PF está nas ruas para prender racistas da internet | Fábio Campana

PF está nas ruas para prender
racistas da internet

Deflagrada hoje de manhã a Operação Bravata. Sessenta policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e oito de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Santa Maria (RS) e Vila Velha (ES).
A Operação Bravata combate crimes de racismo, ameaça, incitação ao crime e terrorismo, praticados via internet. As investigações partiram de outras operações que tratavam de assunto semelhante e miram pessoas que usam sites, fóruns na internet e outros ambientes virtuais para incentivar a prática de diversos crimes, como o estupro e o assassinato de mulheres e negros e terrorismo. E há evidências de que os investigados foram responsáveis por ameaças de bomba encaminhadas a diversas universidades do país.


10 comentários

  1. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 9:18 hs

    Aposto que a maioria dos cidadãos ‘procurados’ nesta operação são da direita.

  2. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 9:19 hs

    Onde escrevi:
    Aposto que a maioria dos cidadãos ‘procurados’ nesta operação é da direita’.

  3. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 9:22 hs

    Lembrei agora dos tempos em que eu saía à noite.
    Isso faz muito tempo.
    O tempo que os ‘Carecas do ABC’ vinham azucrinar aqui em Curitiba.
    E da confusão que aconteceu uma noite perto do Largo da Ordem, quando, dentro de um bar, os tais ‘Carecas do ABC’ começaram a falar em voz alta em botar fogo na sinagoga e na mesquita que tem ali perto.
    Pessoas que estavam perto deles no bar não gostaram (com razão), e rolou violência nas ruas…

  4. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 9:28 hs

    E o pior é que agora temos os nossos próprios ‘Carecas’. Os de outro lugar não precisam mais vir azucrinar aqui.

  5. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 9:52 hs

    Faz muito bem a polícia de levar bem a sério tais tipos de ameaças.
    Pelo jeito, no episódio que presenciei não havia ninguém armado.
    Pois teria dado merda.
    O que ficou bem patente é que os tais ‘Carecas’ eram brutamontes treinados. Eles, pelo jeito como agiam e brigavam, eram muito bem treinados para brigar.
    Não eram brutamontes amadores.
    Em suma, gente perigosa.

  6. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 10:03 hs

    Fui pesquisar na internet, e olha o nível da treta (o post em questão é de 2004):
    https://midiaindependente.org/pt/green/2004/06/282344.shtml

    Presumo que o nível da treta continue do mesmo jeito…

  7. Luiz Eduardo
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 10:19 hs

    Além da criminalidade rasteira, como roubar passageiros de ônibus urbanos e pular catraca, além dos casos de violência doméstica, além dos crimes provocados pelas drogas e disputa da jurisdição de territórias, além dos assaltos à mão armada, os crimes por bebedeira, junta-se a estes criminosos os roubos do colarinho branco em todas as esferas municipal, estadual e federal. O Brasil está dominado por bandidos. A segurança pública está perdeu para a marginalidade, que controla as ações de dentro das penitenciárias. Só um regime de força, sem progressão de pena e trabalho obrigatório poderá reverter em parte a situação. Povo armado é povo que se defende. É mais fácil roubar do que colher uma flor do jardim. É assim que está a coisa. Feia. Horripilante. E o povo está desamparado. E a justiça é benevolente com os bandidos. Quanto mais a criminalidade se instalar, mais difícil será debela-la.

  8. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 10:30 hs

    ‘Povo armado é povo que se defende’
    Ou que faz merda por motivos fúteis.
    Luiz Eduardo:
    Cuidado ao adotar tais discursos. E não venha tentar confundir o discurso citando a segunda emenda da Constituição dos Estados Unidos, como todo defensor do porte de armas indiscriminado faz.
    Lembre-se do contexto da segunda emenda.
    Os Estados Unidos haviam acabado de tornar-se independentes.
    Mas havia ainda possibilidade da Inglaterra desfazer isso.
    Então, até mesmo quando os adeptos das armas nos Estados Unidos citam esta cláusula, eles estão enganados ou usando de má fé.
    Afinal, originalmente o texto da segunda emenda era:
    ‘Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido’.
    Veja bem, fala-se de uma MILÍCIA PARA PROTEGER O ESTADO, E NÃO DE UM INDIVÍDUO PROTEGENDO A SI MESMO CONTRA OUTROS INDIVÍDUOS.

    Porte de armas para a população como um todo é uma péssima ideia.
    Não estou defendendo bandido. Só não quero ver gente sendo morta, ainda mais, por motivos simplesmente banais e fúteis (brigas de trânsito, por exemplo).

  9. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 11:38 hs

    Luiz Eduardo, só vou contar um ‘causo’.
    Estava eu saindo da panificadora 24 horas na Nilo Cairo esquina com a Francisco Torres, quando um cara atravessou a rua na frente de um carro. Quase foi atropelado. O motorista xingou de veado e outros epítetos carinhosos e bonitos.
    Não é que o tal que atravessou a rua sacou uma ‘pistolinha’ nove milímetros e ameaçou o motorista?
    Eu e um ‘carrinheiro’ que estava na frente da padaria saímos correndo…

  10. Ein Sof
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 11:53 hs

    Armas? Para todos?

    Infelizmente, faroeste e aventuras com tiros são bonitas apenas na tela da televisão.
    Na vida real, pessoas reais machucam-se de verdade ou morrem de verdade…

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