OAB se manifesta sobre caso da haitiana | Fábio Campana

OAB se manifesta sobre caso da haitiana

A OAB Paraná, em nota, manifestou-se a respeito do caso de estupro por quatro homens a uma mulher haitiana em Mandirituba.
É o que segue:

A OAB Paraná manifesta sua integral solidariedade à mulher haitiana esfaqueada e violentada por quatro homens em sua própria casa, em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), no último domingo (13/5), conforme noticiado pela imprensa paranaense.
Grávida, a imigrante, cujo nome fica preservado para sua própria segurança, também teve roubados pelos criminosos boa parte dos poucos pertences que ela e a família amealharam no Brasil, para onde vieram fugindo da crise humanitária que assola seu país natal.
Expressamos também nosso repúdio pela ação selvagem dos criminosos. Ao mesmo tempo, saudamos os policiais da Delegacia de Fazenda Rio Grande, que prestaram atendimento à vítima e trabalharam para a rápida identificação dos responsáveis.
Casos como o relatado, infelizmente nada raros em nosso país, nos lembram que há muito a fazer para que as noções de civilidade e de respeito aos direitos humanos se disseminem, poupando-nos da barbárie.A diretoria da OAB Paraná determinou que o caso seja acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos para que a vítima receba todo o apoio e acompanhamento necessário.
Foram destacadas as Comissões de Direitos Humanos, e de Estudos de Violência de Gênero, para que a vítima receba todo o acompanhamento e apoio necessário.

Diretoria da OAB Paraná


Um comentário

  1. veredito
    sexta-feira, 18 de maio de 2018 – 16:59 hs

    Só peço a Deus que estes dementes criminosos desequilibrados e desajustados,não sejam paranaenses para não envergonhar esta gente trabalhadora, honesta e acima de tudo solidária. Precisamos de governantes e políticos que produzam leis severas na base do ” dente por dente, olho por olho”,que punam este tipo de selvageria com o maior rigor possível. Não me surpreender se a qualquer momento não aparecer a Dra.Izabel dos Direitos Humanos pedindo justiça e humanidade no trato com estes marginais. Em qualquer parte do mundo estes sujeitos apodrecem na cadeia, quando não são levados a execução. Mas aqui no Brasil, se forem presos, no máximo 30 anos de cadeia com liberdade aos quatro ou cinco anos cumpridos. Ainda assim com direito a salário presidiário. Vergonha, vergonha, vergonha. Gostaria de saber se a governadora Cida vai fazer alguma coisa por estes infelizes.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*