Senadores e o foro privilegiado | Fábio Campana

Senadores e o foro privilegiado

Enquanto as autoridades não decidem sobre o foro privilegiado, alguns senadores da República se esforçam para garantir a comiseração das urnas. Quase ninguém vai se arriscar em candidatura que precise de muitos votos, a maioria caminhará em busca do título de deputado. Dos 54 mandatos que terminam neste ano, 23 são alvos da Lava Jato ou nas delações da Odebrecht ou nas consequências das investigações.
São eles:

Eunício Oliveira (MDB-CE);
Romero Jucá (MDB-RR);
Garibaldi Alves Filho (MDB-RN);
Eduardo Braga (MDB-AM);
Jader Barbalho (MDB-PA);
Edison Lobão (MDB-MA);
Valdir Raupp (MDB-RO);
Renan Calheiros (MDB-AL);
Gleisi Hoffmann (PT-PR);
Lindbergh Farias (PT-RJ);
Humberto Costa (PT-PE);
Jorge Viana (PT-AC);
José Agripino Maia (DEM-RN);
Ciro Nogueira (PP-PI);
Ivo Cassol (PP-RO);
Benedito de Lira (PP-AL);
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB);
Dalirio Beber (PSDB-SC);
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Aécio Neves (PSDB-MG) – já complicado no STF;
Aloysio Nunes (PSDB-SP);
Lídice da Mata (PSB-BA);
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).


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