Bando de farsantes | Fábio Campana

Bando de farsantes

do Ricardo Noblat

Essa gente que enxerga hoje ditadura em tudo jamais viveu sob uma de verdade. Se viveu, esqueceu como era. Se não esqueceu e mesmo assim insiste, não passa de um bando de farsantes empenhado em enganar os que nunca sentiram na pele o que é viver sob uma ditadura.


6 comentários

  1. Palpiteiro
    sábado, 10 de março de 2018 – 15:14 hs

    Culpa de muitos colunistas e jornalistas sempre empenhados em distorcer a verdade e acoitar mitos e mentiras.

  2. Lucão
    sábado, 10 de março de 2018 – 19:52 hs

    É esse joralista tem razão, na chamada ditadura, e eu eu estava naquela época, entre meus 220 a 25 anos, durante o período considerado mais agudo da “ditadura”, lembro de várias coisas,: Fechamento da Ultima Hora, proibição de manifestações públicas, passeatas, protestos etc.
    Mas, lembro também que não havia tanta bandidagem assaltos e crimes como hoje.
    Assalto a bancos, era considerado crime contra a segurança nacional, os bancos eram assaltados por gente tipo a ex presidente e seus companheiros da FLN, Vanguarda Palmares, e outras .
    Hoje em dia não temos ditadura e em contrapartida temo direitos a tudo, até a pena de morte contra o cidadão que é violentado, assaltado e assassinado diariamente.
    Claro que excessos e mortes aconteceram, agora nos anos da “ditadura” e vejam que foram mais de 20 anos, morreu menos gente que morre atualmente num mês no Brasil.
    Então esta nossa liberdade está valendo a pena desta forma?

  3. Rr
    sábado, 10 de março de 2018 – 21:44 hs

    Pelo menos no Brasil nunca tivemos a tal ditadura,tivemos sim um governo militar que combateu os terroristas na época,esses mesmos terroristas chegaram ao poder e assaltaram o país,o povo honesto quer sim a volta dos militares,quem não quer são os bandidos que querem a continuidade da roubalheira,volta forças armadas.

  4. Romao Miranda Vidal
    domingo, 11 de março de 2018 – 20:50 hs

    De fato os milicos, promoveram algo horripilante. Sem a mínima consideração, para os que viveram àquela época, como para as futuras gerações. Deixaram marcas profundas. Algo apavorante. Gostaria que o nobre articulista me permitisse adicionar algo, para elucidar os nobres leitores desse tão prestigiado Fabio Campana:

    Criação de 13 milhões de empregos;
    – A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil
    barris/dia de petróleo;
    – Estruturação das grandes construtoras nacionais;
    – Crescimento do PIB de 14%;
    – Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
    – Criação da Eletrobrás;
    – Implantação do Programa Nuclear;
    – Criação da Nuclebrás e subsidiárias;
    – Criação da Embratel e Telebrás (antes, não havia ‘orelhões’ nas ruas nem se falava por telefone entre os Estados);
    – Construção das Usinas Angra I e Angra II;
    – Desenvolvimento das Industrias Aeronáutica e Naval (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
    – Implantação do Pró-álcool em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
    – Construção das maiores hidrelétricas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
    – Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
    – Rede de rodovias asfaltadas, que passou de 3 mil para 45 mil km;
    – Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
    – Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
    – Aumento dos cursos de mestrado e doutorado;
    – INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
    – Criação do FUNRURAL – a previdência para os cidadãos do campo;
    – Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
    – Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
    – Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
    – Duplicação da rodovia Rio-Juiz de Fora;
    – Criação da EBTU;
    – Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
    – Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas – Viracopos, Salvador, Manaus);
    – Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
    – Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que redundaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
    – Construção do Porto de Itaquí e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de S. Luís, no Maranhão;
    – Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
    – Promulgação do ‘Estatuto da Terra’, com o início da Reforma Agrária pacífica;
    – Polícia Federal;
    – Código Tributário Nacional;
    – Código de Mineração;
    – Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
    – IBDF – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
    – Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
    – Reforma do TCU;
    – Estatuto do Magistério Superior;
    – INDA – Instituto de Desenvolvimento Agrário;
    – Criação do Banco Central (DEZ 64);
    – SFH – Sistema Financeiro de Habitação;
    – BNH – Banco Nacional de Habitação; (***)
    – Construção de 4 milhões de moradias;
    – Regulamentação do 13º salário;
    – Banco da Amazônia;
    – SUDAM;
    – Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
    – Ferrovia da soja;
    – Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;
    – Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
    – Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
    – Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
    – Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
    – Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
    – Crédito Educativo;
    – Projeto RONDON;
    – MOBRAL;
    – Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;
    – Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;
    – Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;
    – Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);
    – Construção da Ponte Rio-Niterói;
    – Construção da rodovia Rio-Santos (BR 101. Espero ter colaborado com o senhor e com a História do Brasil. Pois é muito fácil detratar pessoas já falecidas, quando se tem um copo de uísque nas mãos e vomitar besteiras como o senhor sabiamente o faz.

  5. Joaquim Rodrigues de Oliveira
    segunda-feira, 12 de março de 2018 – 10:33 hs

    Vivi durante o Regime Militar, ou Regime de Exceção. Jamais houve ditadura, durante 21 anos o Brasil teve 5 Presidentes da República, todos eleitos pelo Congresso Nacional, até mesmo Castelo Branco foi eleito pelo Congresso Nacional com voto do democrático Ulisses Guimarães. Foi a Era de Ouro do Brasil. Existe nas bancas 5 volumes do jornalista Elio Gaspari abordando o tema. Recomendo a leitura.

  6. Daniel, o ateu atento
    segunda-feira, 12 de março de 2018 – 18:04 hs

    Farsante é este jornalista.
    Ele preferia então que os um dos diversos grupos armados tomassem o poder e fundassem mais uma ditadura stalinista?
    A ditadura brasileira até que foi ‘macia’.
    Comparem com a do Chile e a da Argentina.

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