Crítica à intervenção de Temer | Fábio Campana

Crítica à intervenção de Temer

Sei que a situação do Rio de Janeiro é desesperadora e que é preciso reagir, mas tudo deve ser feito dentro da legalidade. Não existem mandados de busca coletivos em endereços genéricos. É preciso deixar claro ao senhor Presidente da República, conhecido constitucionalista, os limites do estado de direito“.
Carlos Fernando dos Santos Lima, Procurador da Lava Jato em Curitiba.

(Foto: Divulgação/Google)


11 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 11:40 hs

    Pau que bate em Chico, bate em Francisco. Todos devem observar os limites do estado de direito.

  2. Brasileiro de Plantão
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 11:41 hs

    Caro procurador, quando as instituições oficiais não apresentam as condições necessárias para dar garantias plenas à segurança coletiva, e quando esta coletividade se sentir acuada pelo crime, não resta outra alternativa ao Presidente da República, figura mandatária da Nação, fazer uso dos aparelhos que tiver ao seu alcance para garantir a paz no território nacional. Respeito seu posicionamento, mas se coloque no.lugar de Michel Temer para depois fazer julgamentos e críticas sem embasamento. Dizer que o Chefe da Nação fere a Constituição Federal é demonstrar que vossa excelência só enxerga a um palmo do seu nariz. Sou da opinião que se precisar quebrar paradigmas para seguir em frente, quebremos este paradigma.

  3. Jose Nascimento
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 11:49 hs

    Concordo com o procurador, violencia se combate é com emprego, educação e saúde, o resto e balela.

  4. terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 11:49 hs

    Admiro o seu trabalho na Lava Jato, mas o presidente não decide tudo sozinho e ele é Assessorado por Juristas. Para quem mora no Rio de Janeiro, a situação está incontrolável. Teria outra solução dr. Carlos Fernando dos Santos Lima? tenho Familiares lá e ontem mesmo a Residência de um Juiz foi assaltada. Conforme o G1 de ontem, 19/02. Diz um provérbio: Se não tem outro Remédio, Remediado já está!

  5. FALA SÉRIO
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 12:14 hs

    Quem sabe o Sr. procurador poderia ir lá no Rio de janeiro e explicar isso aos traficante e também para as milícias.
    Fica falando de uma poltrona, confortável no ar condicionado é muito comodo, para não dizer oportunista.
    Como é notório, a própria operação lava jato do qual o nobre procurador faz parte, já ultrapassou em muitas ocasiões os “limites do estado de direito” com o abuso da prerrogativa de prender em tempo demasiado réus que sequer foram condenados. Seja honeste consigo mesmo procurador.

  6. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 13:10 hs

    Insisto: Uma rígida fiscalização – triplicação ou quadruplicação de um efetivo humano bem treinado, bem armado, disposição de equipamentos modernos para cobrir rodovias, rios e espaço aéreo nas nossas divisas com os países produtores e exportadores de drogas e armas, apresentaria melhor resultado e em mais curto espaço de tempo do que o proposto pela intervenção.
    Resumindo: Correr atrás de drogas e de armas dentro das comunidades é o mesmo que correr atrás do ladrão depois da porta arrombada.

  7. Piolho
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 13:26 hs

    Pois então está na hora de você mexer seu traseiro gordo e pedir uma PEC para incluir os tais mandados genéricos! É fácil falar grosso estando protegido pelo Estado e ganhando 50 paus por mês!!!

  8. ANDROID
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 14:07 hs

    Olha só quem fala!

  9. Dionleno
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 17:13 hs

    Caro Jose Nascimento, o senhor vai continuar falando isso até que algum ente seu sofra com a violência, é fácil ser politicamente correto, ou o senhor acha que o vagabundos do tráfico vão deixar a grana fácil pra bater ponto ás 08:00hrs ?

  10. RICARDO JOHANSEN
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 17:21 hs

    Caro FÁBIO, o nobre procurador está completo de razão, ele apenas esquece que o TEMER é sucessor direto dos FHC, LULLA, DILMA. No Rio o caso é ainda pior, pois esse caso tem inicio na década de 80, com a eleição do Brizola como governador. A sociedade que entrega seus filhos a Segurança Pública, para dar segurança a ela, tem muita dificuldade em aceitar seus filhos sendo mortos pelos bandidos soltos residentes em lugares ermos das favelas. Isso não pode continuar. Nesse caso não se está lidando com os bandidos das quadrilhas do PT, PMDB, PSDB, PP e demais. Esses possuem endereço fixo. Simples assim. Atenciosamente.

  11. Tonho
    terça-feira, 20 de fevereiro de 2018 – 17:41 hs

    Como defensor da sociedade o MP deveria apoiar com todas as forças a intervenção. Mas é estranho serem contra!!!

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