A experiência de Sepúlveda Pertence | Fábio Campana

A experiência de Sepúlveda Pertence

Em 1994, quando era ministro e estava atuando no caso do impeachment de Fernando Collor, Sepúlveda Pertence sustentou, unhas e dentes, que não era necessário provar a prática de ato de ofício em favor de empresas que deram dinheiro ao esquema PC Farias. Para caracterizar corrupção passiva, disse, basta que o funcionário público receba uma vantagem indevida.
Hoje ele tem que fabricar o discurso contrário para atuar na defesa de Lula. Experiência não falta ao advogado.


2 comentários

  1. Antônio Carlos Ribeiro
    quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018 – 9:16 hs

    Sepúlveda Pertence é somente mais um petista em busca de mais dinheiro. E vai ganhar muito para defender o indefensável. Dinheiro não falta a Lula.

  2. quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018 – 10:19 hs

    PRIMO DA ATUAL MINISTRA DO SUPREMO, SÓ COMENDO PELAS LATERAL.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!

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