Um negócio da China para OAS | Fábio Campana

Um negócio da China para OAS

Sem dinheiro depois de ser abatida pela Lava Jato, a OAS quer manter-se no negócio de construção com ajuda de parceiros chineses. Para isso, o grupo baiano, em recuperação judicial desde 2015 e sem acesso a financiamentos, firmou parcerias com empresas asiáticas interessadas num atalho para o setor de construção. A ideia é que, na hora de disputar os projetos, os estrangeiros entrem como sócios.
A empreiteira fia-se nesse modelo para engordar a carteira de contratos, algo essencial para garantir sua sobrevivência. O grupo é hoje uma fração do que era antes da Lava Jato, quando faturava R$ 8 bilhões e tinha 120 mil funcionários. Fechou 2017 com menos de R$ 2 bilhões em receita e pouco mais de 20 mil empregados.
As informações são do Estado de S. Paulo.


Um comentário

  1. Uncle Joe 100
    segunda-feira, 29 de janeiro de 2018 – 17:33 hs

    Sedentos para fazerem um negócio da China os chinas podem tomar na cara logo, logo. Em Portugal foram enrolados porque se afobaram para fazerem negócios da china e, se insistirem em se associar com estes ladrões correm sério risco de serem roubados.

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