Intimidade artificial | Fábio Campana

Intimidade artificial

“Lamentavelmente, Lula se corrompeu […] Essa promiscuidade entre o mundo político e o mundo empresarial é rechaçada na maior parte dos países porque nunca é inocente. No Brasil, uma cultura retrógrada, contaminada por séculos de compadrio entre o poder econômico e o poder político torna aceitável essa intimidade absolutamente artificial, porque baseada apenas no toma lá dá cá”.

Mauricio Gotardo Gerum, procurador da República da 4.ª Região hoje, durante julgamento de Lula.


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