Agora, pesquisa eleitoral sem registro é crime | Fábio Campana

Agora, pesquisa eleitoral sem registro é crime

Conforme as novas regras do TSE, desde esta segunda-feira, 1º de janeiro, está proibida a divulgação de pesquisas eleitorais sem registro. A divulgação de pesquisa fraudulenta implica em crime, punível com pena de prisão de seis meses a um ano e multa no valor de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00. Já o descumprimento das normas de registro também é crime, punível com pena de prisão de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo prazo, e multa no valor de R$ 10.641,00 a R$ 21.282,00. As informações são de Ivan Santos no Bem Paraná.

A reforma política também estabeleceu o mês de março como uma “janela” para que vereadores, deputados estaduais e federais possam mudar de partido sem o risco de perder o mandato por infidelidade. Em 7 de abril, termina o prazo para que políticos que pretendam disputar a eleição se filiem ou mudem de partido. E também o prazo para quem ocupantes de cargos executivos como ministros, governadores e secretários de Estado se desincompatibilizem para disputar a eleição.


2 comentários

  1. Uncle Joe 100
    terça-feira, 2 de janeiro de 2018 – 14:16 hs

    Que horror, muitos “institutos de pesquisa de opinião pública” vão ter que cerrar as portas, viviam de vender pesquisas encomendadas, aquelas em que pago para aparecer em primeiro lugar, como afirma Maria Louca, com total razão.

  2. quarta-feira, 3 de janeiro de 2018 – 8:29 hs

    “Ou seja… Para que tudo mude é necessário que tudo permaneça exatamente como está! Tudo como dantes no mundo de Abrantes. Jogo de cena. Isso não passa de pão e circo. Nunca. Nunca me deixei influenciar por pesquisas. Simplesmente não acredito nelas. Elas ‘SEMPRE’ são direcionadas. Num universo que seja favorável ao contratante da pesquisa. Isso é o ‘OBVIO ULULANTE’. Qualquer um com cultura de mediana para cima sabe disso…” – Profº Celso Bonfim

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*