O apoio de Requião | Fábio Campana

O apoio de Requião

 

Roberto Requião está apostando as fichas que o lado do PMDB que está de mãos dadas com o PT vai salva-lo da expulsão do partido. Articula, conspira e promete.

Na foto de Fabio Rodrigues Pozzebom, Requião, sua barriga e Renan Calheiros no plenário do Senado.

 

 


8 comentários

  1. B.Russel
    quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 13:03 hs

    Requião é um daqueles políticos que sobreviveu graças o precário nível político da sua época. Hoje é uma espécie de subversivo retrô. Como Dilma chora por não ter sido trocado pelo embaixador americano ao lado de Zé Dirceu, Carlos Zaratini. Nesta época sua grande atividade política se dava nas madrugadas no Hotel Deville, do ex-governador Jaime Canet. Hoje se agarra a qualquer um. Vai de Gleisi, a madrinha de Gaievski, a Renan, o rei das Alagoas. É típico de velhos arrogantes posar de intelectual. Funciona bem numa casa com Vanessa Graziotin ou Kátia Abreu. E viva o Google.

  2. BETO
    quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 14:23 hs

    REQUIÃO, o chopin, velho preguiçoso e vadio que sempre viveu as custas do Estado.

    REQUIÃO sempre viveu de conveniências, nunca teve vergonha na cara e jamais pensou no povo do Paraná.
    O Requião preguiçoso e vadio sempre foi PETISTA.

    REGUIÃO o pilantra falastrão comedor de mamonas traiu os Paranaenses no momento que subiu no palanque do ladrão lula da Silva e posteriormente da “coisa” Dilma, dois escrotos que jogaram o Brasil na maior crise econômica e roubalheira da história.

    REQUIÃO, vamos dar o troco nas próximas eleições seu velho gaga.

  3. Saco Cheio
    quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 14:50 hs

    …e sua barriga, é bom! Canalha da barriga elefoa e afina na hora do pau, ao Danilo Gentille. (digitem no Youtube: Requião corre de Danilo Gentille) Vai uma Mamona aí? Como é que alguém em sã consciência vota em um cara tão arrogante?

  4. REQUIÃO APOIOU LULA e DILMA
    quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 15:50 hs

    REQUIÃO também é culpado

    A grave crise política e econômica na qual o País está mergulhado coloca Dilma Rousseff na berlinda. E não poderia ser diferente. Afinal, ela é a presidente da República e tem demonstrado uma inacreditável inépcia no exercício das funções de primeira mandatária. Mas uma análise conjuntural que amplie o foco de observação da cena política para além dos episódios do dia a dia e se projete sobre os 12 últimos anos expõe à luz o protagonista oculto, o ardiloso responsável maior pela tentativa de reinventar o Brasil – aventura que hoje custa caríssimo para cada um dos brasileiros: Luiz Inácio Lula da Silva.

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    O Estado de S.Paulo

    30 Março 2015 | 02h04

    Uma das conhecidas habilidades políticas de Lula é desaparecer de cena, procurar as sombras, fingir-se de morto para o grande público quando o perigo ronda. Exatamente como está fazendo no momento. Outra é só dizer o que sabe que as pessoas querem ouvir. Faz isso desde os tempos em que frequentava o palanque sindical da Vila Euclides, no ABC. Outra ainda é ser um mestre em salvar aparências, mantendo, além de uma linguagem convenientemente popular, a pose de “homem do povo” que mora num modesto apartamento em São Bernardo, quando passa a maior parte do tempo voando de primeira classe ou em jatos executivos e hospedando-se em hotéis cinco-estrelas ou em mansões de amigos milionários.

    Ao longo de mais de 20 anos na oposição “a tudo o que está aí”, Lula conduziu o PT na tentativa de impedir a aprovação, entre outras, de iniciativas de importância histórica como a Constituição de 1988, o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o programa de desestatização da telefonia que permitiu que praticamente todos os brasileiros disponham hoje de um telefone celular. E, depois de perder três eleições presidenciais consecutivas, chegou à conclusão de que precisava abandonar as velhas bandeiras para conquistar o poder, chegando ao Palácio do Planalto em 2003 graças à profissão de fé liberal contida na oportunista Carta aos Brasileiros.

    Na presidência, com Antonio Palocci na Fazenda, garantindo a observância dos fundamentos econômico-financeiros lançados no governo FHC e uma competente retórica populista, Lula navegou nas ondas da conjuntura internacional favorável e desenvolveu programas nas áreas econômica e social, cuja repercussão o levou à imodesta convicção de que se havia transformado em grande estadista.

    Na segunda metade do primeiro mandato Lula enfrentou um primeiro grande desafio: o escândalo do mensalão, assalto aos cofres públicos urdido e chefiado pelo então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, com o objetivo de consolidar o “presidencialismo de coalizão”, com a compra do apoio de parlamentares, e o levantamento de recursos para financiar as atividades do PT. De início, dizendo-se ignorante da trama armada sob suas barbas, Lula mostrou-se indignado e declarou que o PT deveria se desculpar com os brasileiros. Seu projeto de reeleição em 2006 ficou seriamente ameaçado. Mas, com a ajuda da popularidade em alta, oposição tíbia, indicadores econômicos positivos e projetos sociais relevantes e devidamente propagandeados, Lula foi reconduzido ao Planalto.

    Com a bola cheia, passou a negar a existência do mensalão e continuou solidarizando-se com a companheirada envolvida no escândalo. Enquanto isso, já corria solto o esquema sucessor do mensalão, o do propinoduto da Petrobrás. Era apenas uma das facetas, talvez a mais sórdida, da privatização do Estado por meio da colocação do governo a serviço do projeto de poder do PT. E, mais uma vez, é impossível de acreditar que o presidente da República ignorasse o que se passava.

    Diante da impossibilidade de um terceiro mandato, Lula tratou de selecionar a dedo seu sucessor. Dilma, a “gerentona”, a “mãe do PAC”, parecia a escolha perfeita. Mas já no primeiro ano de governo ela teve um assomo de autossuficiência ao promover uma “faxina” no Ministério que em boa parte herdara de seu mentor. Desde então Lula vem tendo dificuldades cada vez maiores para controlar a pupila. Foram quatro anos de dilapidação, não só da economia nacional, mas principalmente da moral e dos bons costumes na Administração Pública e na política. Essa razzia se deve à ação e omissão de Dilma. Mas quem armou o projeto de poder baseado na imoralidade e escalou a sucessora foi Lula. Cabe-lhe, portanto, prioritariamente, a culpa por “tudo o que está aí”.

    Bândidos

  5. Juca
    quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 18:59 hs

    Senadores Roberto Mamona e Virgulino Calheiros;

  6. quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 20:29 hs

    Ele chama de Pansutti,mas nao consegue esconder a sua,vai de retro….espertinho…

  7. Rogério
    quinta-feira, 30 de novembro de 2017 – 20:37 hs

    2018, vamos varrer estas raposas velhas da politica,vamos fazer uma faxina na política, votando em gente nova, gente de ficha limpa, chega de votar em político corrupto,que se venderam, votando a favor do TEMMER pra não responder por corrupção. BOLSONARO PRESIDENTE.

  8. BETO
    sexta-feira, 1 de dezembro de 2017 – 10:23 hs

    Rogério

    Somente assim, através de voto consciente e levando aos idiotas que acreditam nesses malditos a realidade que poderemos extirpar da política esses ladrões. obvio que alguns (Sergio Silvestre) NÃO tem cura pois são completamente tapados e adestrados. Gente assim, não adianta pois nem com suas famílias se importam.

    Lula, Requião, Dilma, Gleisi, Dirceu, Genuino, Aécio, independentemente de ideologia e partido político, PAREDÃO e FUZIL, esta é a solução.

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