Monitoramento de 'fake news' nas eleições de 2018 | Fábio Campana

Monitoramento de ‘fake news’ nas eleições de 2018

A liberdade de gravar, escrever e postar qualquer coisa por qualquer um na internet é um avanço, sem dúvida. Mas tem o lado negativo: as mentiras e bobagens que são publicadas e que muitas vezes levam a erros e a situações graves.
O governo está de olho no problema e pensa em como tratar do assunto: o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse ontem que o Exército poderia participar do monitoramento das “fake news” por meio do CCOMGEX (Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército), mas que o assunto é avaliado pela área técnica. O comando é vinculado ao Departamento de Ciência e Tecnologia da Força.
O TSE informou que houve a decisão de se criar “grupos de trabalho para analisar medidas de segurança a serem adotadas para garantir a liberdade de voto dos eleitores”.

A decisão foi anunciada após uma reunião entre o presidente do TSE, Gilmar Mendes, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, e o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sérgio Etchegoyen.

O tribunal informou na ocasião que deve “fazer convênio com a área de tecnologia do Ministério da Defesa e utilizar outros subsídios para acompanhar o desenrolar do processo”.

Até o momento, contudo, ainda não está definido como seria esse trabalho e que tipo de tecnologia poderia ser utilizado no processo de acompanhamento da disseminação dos textos falsos.

“Por enquanto, ainda não foram divulgados cronograma e nenhuma ação concreta, uma vez que os grupos estão em fase de formação”, informou o tribunal.

O TSE desenvolveu essa linha de preocupação a partir do impacto das “fake news” em campanhas eleitorais recentes de outros países, como EUA e França.

(Com informações da Folha de S. Paulo)


Um comentário

  1. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 1 de novembro de 2017 – 14:08 hs

    Isso é pura perda de tempo e dinheiro público. Melhor monitorar as Fuck News que são diárias.

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