Cristina fica em 2º lugar em Buenos Aires, indica resultado parcial | Fábio Campana

Cristina fica em 2º lugar em Buenos Aires, indica resultado parcial

O Globo

Os primeiros dados oficiais divulgados pelas autoridades argentinas não foram favoráveis para a ex-presidente do país Cristina Kirchner. Com 40,62% dos votos apurados na província de Buenos Aires, a ex-presidente ficou em segundo lugar na província de Buenos Aires, a mais importante do país, com 35,81% dos votos, contra 42,91% dos votos obtidos, até agora, pelo candidato do governo, Esteban Bullrich. Ambos serão eleitos senadores, mas para Cristina era essencial ser a candidata mais votada.

Na capital do país, a deputada Elisa Carrió, aliada de Macri, venceu a eleição. Com 92,95% dos votos apurados, Carrió obteve 50,55% dos votos, contra 21,94% do candidato de Cristina, o ex-ministro Daniel Filmus.

Com estas e outras vitórias já confirmadas oficialmente, a aliança governista Mudemos teria triunfado nos cinco principais distritos eleitorais da Argentina: a capital e as províncias de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Santa Fe. Isso não acontecia com um partido desde 1985, quando venceu as eleições legislativas a União Cívica Radical (UCR), do então presidente Raúl Alfonsín (1983-1989).

Cristina ainda não se pronunciou sobre os resultados. Numa clara provocação ao governo, a ex-chefe de Estado, que lidera a Unidade Cidadã, criou um centro de apuração paralelo, segundo ela, para evitar problemas ocorridos nas primárias. Em agosto, Cristina ficou em primeiro lugar por uma diferença de apenas 0,21%, e o resultado só foi informado dois dias depois da eleição.

— Rechaçamos qualquer insinuação de que o centro oficial de apuração possa não ser transparente. A transparência está absolutamente garantida — declarou o chefe de gabinete, Marcos Peña.

Os argentinos votaram para renovar 126 cadeiras da Câmara, de um total de 257, e 36 do Senado, de 72. Mesmo ficando em primeiro lugar no país, o partido de Macri não terá o controle do Congresso, mas poderá ampliar suas bancadas e ficar numa posição mais confortável para negociar acordos. Já o peronismo corre o risco de perder o domínio do Senado, que detém desde a redemocratização do país, em 1983. Um dos que tentaram renovar sua cadeira foi o ex-presidente Carlos Menem, já com 87 anos e várias condenações judiciais.


6 comentários

  1. Louis de Broglie
    segunda-feira, 23 de outubro de 2017 – 9:33 hs

    “não foram favoráveis para a ex-presidente do país Cristina Kirchner.”. Foram, sim. Esta sujeitinha aí deveria ter zero por cento de votos. Lá, como aqui, as pessoas néscias destroem o país. Bando de iletrados.

  2. JÁ ERA...
    segunda-feira, 23 de outubro de 2017 – 9:36 hs

    Este é o país (se bem que nunca gostei dos Argentinos…) que
    se assemelha muitíssimo com o nosso querido Brasil. Leva naquele
    lugar e ainda continua elegendo quem afundou o país.

  3. troll
    segunda-feira, 23 de outubro de 2017 – 10:29 hs

    È o Lulla trans deles!
    Politica em paises latinos, uma verdadeira bósta!

  4. Do interior
    segunda-feira, 23 de outubro de 2017 – 10:38 hs

    Mais uma derrota do socialismo falido do século 21. Acho que pouco a pouco a população da América Latina está acordando dos pesadelos de Cristina, Lulla e Venezuela. Nesta o populista e ditador Maduro só não saiu por causa das urnas fraudadas e do ditador venezuelano mandar prender e matar os opositores.

  5. Rr
    segunda-feira, 23 de outubro de 2017 – 10:53 hs

    Lá também os vermes querem voltar,tem que sentar o aço.

  6. segunda-feira, 23 de outubro de 2017 – 12:24 hs

    Parece que os socialistas estão apavorados com algumas Eleições pelo Mundo, veja o que aconteceu na Austria com a Eleição de Sebastian Kurz ! Agora até os Argentinos não querem a volta dos Socialistas Corruptos! O que será que o SS está achando disso tudo? Vai dizer que Maduro venceu! mas com as maquininhas SMARTMATIC igual aqui;

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