Candidatura avulsa abre caminho para picaretagem em 2018 | Fábio Campana

Candidatura avulsa abre caminho para picaretagem em 2018

A confirmação da tendência de os ministros do Supremo Tribunal Federal autorizarem candidaturas avulsas, sem exigência de filiação partidária, deverá provocar muita confusão no processo eleitoral de 2018. A começar pela divisão do bolo bilionário do “fundão eleitoral”. Afinal, candidatos avulsos também são filhos de deus, ou seja, do STF, e terão direito a financiamento público para suas campanhas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Entre candidatos avulsos haverá gente séria, mas também aqueles interessados apenas no “fundão eleitoral” (R$1,7 bilhão, por enquanto).

A candidatura avulsa teria acesso ao rateio do “fundão”: pela lei, 50% serão destinados às campanhas de presidente, governador e senador.

Na pior das hipóteses, um candidato avulso a presidente, por exemplo, participaria do rateio de R$34 milhões (2% do fundão) previstos na lei.

Por definição, candidato avulso não tem filiação, e o tempo de TV hoje é definido por critérios como número de deputados federais do partido.


3 comentários

  1. segunda-feira, 9 de outubro de 2017 – 10:14 hs

    PICARETAGEM, É ESSE BANDO DE SANGUESSUGAS, EM SUA MAIORIA, UMA ELITE PROSTITUTA QUE TRANSFORMARAM A REPÚBLICA EM UM BORDEL.

  2. Azedo
    segunda-feira, 9 de outubro de 2017 – 11:06 hs

    O macaco Simão vai ganhar! rárárá

  3. Luiz Martins
    quarta-feira, 31 de janeiro de 2018 – 19:29 hs

    Essa bandeira eu sempre defendi, porquanto a sociedade não pode mais conviver com essa aparência de democracia em que se escolhe detre escolhidos e, diga-se, escolhido por meios de critérios quase sempre ilícitos. Eu nunca votei em partido, votei, sim em pessoas que eu acreditava que faria algo em prol da sociedade o que na maioria das vezes restou frustrado. A candidatura avulsa é uma grande conquista da sociedade, um novo marco no processo político eleitoral brasileiro, pois representa um rompimento das amarras impostas pela elite política do país. Quanto ao financiamento publico, eu não vi ninguém reclamando da elevada soma que será dispensada aos políticos convencionais por meio de siglas. “O pau que dá em chico tem que dá em Francisco”. Corre-se o risco de termos picaretas sim, do mesmo modo que corremos o risco de termos picaretas no financiamento das campanhas convencionais. Parabéns ao autor pela provocação. É assim , trazendo à baila assuntos como esse que amadureceremos a nossa tão incipiente Democracia.

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