Advogado protesta contra ação da Justiça que levou ao suicídio do reitor | Fábio Campana

Advogado protesta contra ação da Justiça que levou ao suicídio do reitor

O advogado em Curitiba Mesael Caetano (à direita), ex-presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB/PR, bateu duro no Judiciário, após o suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier de Olivo (esquerda). Com informações do blog 247

“Até quando a sociedade ficará em silêncio com os erros do Judiciário: prisão preventiva elástica, condução coercitiva sem recusa do réu a comparecer em juízo, sentenças sem provas só com base em convicção do juiz. Ou vamos esperar mais um suicídio, como o que ocorreu com o Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, vítima da Polícia e da Justiça Federal que fizeram uma verdadeira campanha de perseguição e difamação levando ao suicídio do reitor no dia de ontem”, afirmou o defensor.

Alvo da Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, o reitor da UFSC foi preso temporariamente no dia 14 de setembro – ficou detido por um dia. Ele era suspeito de ter interferido nas investigações que relacionavam a universidade a um desvio de dinheiro de bolsas de educação à distância do programa Universidade Aberta do Brasil (UAB). Quatro dias antes de se matar, Cancellier publicou um artigo descrevendo ter passado por “humilhação e vexame”.


9 comentários

  1. Povão
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 16:21 hs

    Não venha falar merda, petista!! Conheço esse seu papinho besta!!
    Conta outra, causídico!!!

  2. Juca
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 16:38 hs

    Esse advogado é petista militante, só faltou culpar o Juiz Sérgio Moro pelo suicídio do reitor catarinense. Não difere do chefe Lula, que apontou a justiça como um todo responsável pela morte de sua esposa.

  3. Jus
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 16:47 hs

    Vamos supor, apenas por um momento, que esse reitor seja inocente. Ele apenas foi preso. E os milhões que ficam soltos por esse mesmo tipo de erro? A inação. 1 em 1 milhão.

  4. luiz
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 18:20 hs

    Se todo ladrão fizer o que fez esse em questão. O brasil tem muito a ganhar. É só um covarde.

  5. Rock
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 18:49 hs

    Tem razão esses justiceiros querem fazer justiça sem as provas concretas só com pressão sobre delatores que deduram por medo e muitas vezes entregam inocentes para se livrarem de torturas mentais e prisões até que enfim alguém tem coragem de por isso a limpo.

  6. Djair
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 19:01 hs

    Compactuou com desvio de dinheiro, então tem que pagar pelos seus erros, a justiça vez o que tem que fazer. Nimguém está acima da lei (pelo menos o que diz a constituição) na teoria uma coisa na pratica talvez seja outra,mas e o que tem pra hoje!

  7. Fala sério
    terça-feira, 3 de outubro de 2017 – 22:52 hs

    Membros da OAB não merecem ouvidos. Só que Tem aparecer na mídia para conseguir uns clientes.
    Tudo picareta que só querem aparecer e sem qual pudor com a família do morto.
    Este tipo de pessoas são a escória da sociedade.
    É óbvio que se a pessoa cometeu suicídio, é porquê devia.
    A OAB sabe muito bem que existe o devido processo legal em que ao acusado tem a oportunidade de provar sua inocência. Caso contrário, não precisaria de advogado.

  8. Edson
    quarta-feira, 4 de outubro de 2017 – 11:40 hs

    Se a OAB fosse boa ela não teria permitido que o Brasil se tornasse a merda que é hoje!

  9. Alvaro Santos
    segunda-feira, 4 de dezembro de 2017 – 6:04 hs

    Todo mundo sabe que toda solicitação de mandado de prisão e a própria operação passou nas mãos do Ministério Público e da Justiça Federal. Quem decretou a prisão foi um juiz federal, se não existisse elementos para tanto, não teria sido expedida. Se era assim tão inocente seria muito fácil reverter as provas e ainda sair com um polpuda indenização. A moral se prova, não se tem ela automática. Agora, o louco da calça frouxa, vai se matar é porque era muito jaguara mesmo. Morreu tarde.

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