Ricardo Barros libera R$ 520 milhões para compra de 6,5 mil ambulâncias | Fábio Campana

Ricardo Barros libera R$ 520 milhões para compra de 6,5 mil ambulâncias

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, liberou R$ 520 milhões para aquisição de 6,5 mil ambulâncias brancas usadas no transporte sanitário. Esses veículos são usados no transporte de pacientes que necessitam de locomoção para os serviços de saúde, além de garantir o transporte de pacientes entre municípios e serviços de referência em outras cidades. Essa ação facilita o acesso a consultas, exames e internação para cirurgias eletivas, beneficiando diretamente milhões de pessoas em todo o Brasil.

“Em julho, já havíamos anunciados a compra dessas ambulâncias. Agora, estamos oficializando esse compromisso com todo o Brasil, uma vez que os 5.570 municípios estão aptos a receber as novas ambulâncias, desde que tenham indicação parlamentar. Vamos priorizar, nesse momento, os municípios menores, porque são as regiões que mais precisam de atenção e investimento na área de saúde nesse momento”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Dentro do critério de distribuição, os municípios que tiverem até 20 mil habitantes terão direito a uma ambulância; os que tiverem de 21 mil a 50 mil terão direito a duas; os que tiverem de 51 mil a 100 mil terão direito a três, e os municípios que tiverem mais de 100 mil habitantes terão direito a quatro ambulâncias.

Mais ambulâncias – Em julho, o Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 467,6 milhões para a compra de ambulâncias do Samu e 1.000 vans para atender as necessidades da população. Das ambulâncias do Samu, 1.098 unidades vão renovar a frota com mais de cinco anos de uso. Outras 402 serão destinadas para expansão da oferta.

A medida irá beneficiar 134 regiões que não possuem esse tipo de serviço. Com isso, a cobertura da população chegará a 83,4%. Atualmente, o País possui 3.215 ambulâncias em funcionamento, com custeio de mais de R$ 1 bilhão. Só nessa gestão, outras 929 ambulâncias estão sendo adquiridas para renovação e expansão.

Ações – Em mais de um ano de gestão, o ministro Ricardo Barros economizou R$ 3,8 bilhões de recursos sendo totalmente reinvestidos na habilitação de novos serviços. Do total de recursos, a pasta liberou R$ 2 bilhões para o custeio de 12.138 novos agentes comunitários de saúde, 3.103 novas equipes de Saúde da Família, 2.299 novas equipes Bucal, 882 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 113 novas equipes de Saúde Prisional e 34 novos consultórios na rua.

A medida, que beneficia 1.787 municípios e representa cobertura de mais 22 milhões de pessoas na atenção básica, também prevê o credenciamento de 34 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) e a aquisição de 10 mil cadeiras para consultórios odontológicos, com raio-x, que funcionam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).


7 comentários

  1. Aline Nizer Lederer
    sábado, 9 de setembro de 2017 – 14:06 hs

    Liberar verba pra compra de ambulância não resolve o problema da saúde. Precisa melhorar os serviços hospitalares locais com médicos e equipamentos de exames, mais ambulâncias só transfere o problema para os grandes centros.

  2. Jeferson
    sábado, 9 de setembro de 2017 – 16:38 hs

    Brasil passando pela crise que tá e ele conseguindo fazer essas liberações é pq é bom ministro msm.

  3. Rosa
    sábado, 9 de setembro de 2017 – 18:48 hs

    Tô gostando de ver. Essa atenção aos municípios menores é mto importante. Já morei em cidade pequena e sei como é a situação.

  4. José Orlando
    sábado, 9 de setembro de 2017 – 18:52 hs

    Muito bom senhor ministro, nossos municípios estão precisando. Abraços

  5. TO DE OLHO
    domingo, 10 de setembro de 2017 – 1:16 hs

    =-=–=-=-=-=-EM ÉPOCA DE CAMPANHA, ELE ARRUMA ATÉ DOENTE, SE FOR PRECISO-=-=-=

  6. Parreiras Rodrigues
    domingo, 10 de setembro de 2017 – 10:40 hs

    A respeito do comentário da Aline lá em riba. Resolvendo-se os problemas dos hospitais, dai a grita seria por ambulâncias para acessá-los.
    Por parte, diria Jack, o Estripador.

  7. PEDROCA DO SUDOESTE
    domingo, 10 de setembro de 2017 – 13:48 hs

    E a AMBULANCIOTERAPIA continua. Enquanto isso, os hospitais continuam sucateados.

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