Lava Jato: quantos estão presos? | Fábio Campana

Lava Jato: quantos estão presos?

É difícil acompanhar a agenda político-policial do país, é tanto prende e solta, que perdemos a conta de quem ainda está na cadeia e quem paga a pena em casa.
Dê uma olhada na lista.
– Adriana Ancelmo (ex-primeira dama do Rio de Janeiro): ficou presa preventivamente três meses e 23 dias. Desde o dia 29 de março de 2017, cumpre prisão domiciliar.
– Alberto Youssef (doleiro e operador financeiro): ficou preso por dois anos e oito meses; desde 17 de março de 2017 cumpre regime aberto com tornozeleira eletrônica.
– André Vargas (ex-deputado federal do PT, sem partido): está preso desde 10 de abril de 2015.

– Andrea Neves (irmã e braço-direito de Aécio Neves): cumpriu prisão preventiva por um mês e dois dias. Está em prisão domiciliar desde 20 de junho de 2017.

– Ângelo Goulart Villela (procurador da República): em prisão preventiva desde 18 de maio de 2017.

– Antônio Palocci (ex-ministro dos governos Lula e Dilma): em prisão preventiva desde 26 de setembro de 2016.

– Eduardo Cunha (ex-deputado federal do PMDB): em prisão preventiva desde 19 de outubro de 2016 por alguns crimes e já começou a pagar em regime fechado por outros.

– Eduardo Musa (ex-gerente da área internacional da Petrobras): ficou preso preventivamente durante um ano e um dia. Cumpre pena em regime aberto diferenciado desde 2 de fevereiro de 2017.

– Eike Batista (empresário e presidente do Grupo EBX): preso preventivamente por três meses e cumpre prisão domiciliar desde 30 de abril de 2017.

– Frederico Pacheco de Medeiros (primo de Aécio Neves): ficou preso em regime preventivo por um mês e dois dias e agora cumpre prisão domiciliar desde 20 de junho de 2017.

– Gim Argello (ex-senador, PTB): ficou preso por um ano e cinco meses.

– Henrique Eduardo Alves (ex-ministro dos governos Dilma e Temer): em prisão preventiva desde 03 de junho de 2017.

– Hilberto Mascarenhas (ex-chefe de Operações Estruturadas da Odebrecht – Odebrecht): ficou preso preventivamente por três meses, cumpre prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica desde 30 de junho de 2017.

– João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT): preso desde 15 de abril de 2015.

– Jorge Zelada (ex-diretor da Área Internacional da Petrobras): preso desde 2 de novembro de 2015.

– Lúcio Bolonha Funaro (Doleiro e operador do ex-deputado Eduardo Cunha): preso desde 1º de julho de 2016.

– Luiz Argôlo (ex-deputado federal, SD): preso desde 10 de abril de 2015.

– Marcelo Odebrecht (Ex-presidente da Odebrecht): preso desde 19 de junho de 2015.

– Márcio Faria da Silva (Ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial): ficou em prisão preventiva por dez meses e oito dias. Cumpre prisão domiciliar desde 27 de abril de 2016.

– Mendherson Souza Lima (assessor de Zezé Perrella): um mês e dois dias em prisão preventiva e cumpre prisão domiciliar desde 20 de junho de 2017.

– Nestor Cerveró (ex-diretor da Petrobras): ficou preso um ano, cinco meses e dez dias. Desde 24 de junho de 2016 cumpre prisão domiciliar.

– Pedro Corrêa (ex-deputado federal e ex-presidente do PP): ficou em prisão preventiva por um ano, dez meses e treze dias. Cumpre prisão domiciliar desde 23 de fevereiro de 2017.

– Renato Duque (ex-gerente da área internacional da Petrobras): preso desde 21 de setembro de 2015.

– Roberta Funaro (irmã do doleiro Lúcio Funaro): quinze dias em prisão preventiva, cumpre domiciliar desde 3 de junho de 2017.

– Ronan Maria Pinto (empresário e dono do jornal Diário do Grande ABC): três meses e sete dias de prisão preventiva. Cumpre prisão domiciliar desde 8 de julho de 2016.

– Sergio Cabral (ex-governador do Rio de Janeiro): preso desde 10 de novembro de 2016.

– Silval Barbosa (ex-governador do Mato Grosso): um ano e nove meses de prisão preventiva. Cumpre prisão domiciliar desde 14 de junho de 2017.

– Willer Tomaz (advogado da JBS): preso preventivamente desde 18 de maio de 2017.


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