Insegurança nos ônibus | Fábio Campana

Insegurança nos ônibus

O que tem acontecido dentro dos ônibus e terminais de Curitiba e Região Metropolitana não é muito diferente do que ocorre fora deles. Mas a nova onda de violência dentro dos coletivos assusta e assusta muito. Motoristas, cobradores e passageiros contam com a sorte, enquanto a Urbs e a Coordenação da Região Metropolitana informam que precisam de 30 dias para concluir um estudo e definir que tipo de tecnologia será utilizada nas câmeras de segurança nos ônibus.
O secretário de Segurança Pública do Paraná, Wagner Mesquita, cobrou mais agilidade e determinou que o trabalho de policiais à paisana seja intensificado.
Há outra discussão na mesa: uma maneira de integrar as ações da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Curitiba quando o motorista aciona o botão de pânico do ônibus. O objetivo é tornar mais ágil o atendimento das ocorrências.
Urbs, Comec, Secretaria de Segurança, Guarda Municipal de Curitiba têm que arcar com suas responsabilidades, mas, como sabemos, o barulho vindo do transporte coletivo é um eco da situação do país, que quando apresenta queda nos índices de criminalidade parece não reproduzir o pânico das ruas. Ou dos ônibus.


2 comentários

  1. falido e ainda mal pago
    quarta-feira, 27 de setembro de 2017 – 10:53 hs

    Me causa espanto o camundongo júnior e o seu braço direito não terem resolvido essa questão ainda! A Comec não é da Sedu? Quem mandou na Comec e na Sedu não foi o camundongo júnior até ontem? E o seu fiel escudeiro, o tal do ortega que ficou em seu lugar ainda não resolveu?
    Ainda precisam de 30 dias para definir que tipo de tecnologia? Brincadeira tem hora né seu Ratinho Júnior. E ainda quer ser governador ?

  2. Maquiavel
    quarta-feira, 27 de setembro de 2017 – 15:12 hs

    A urbs não quer gastar com isto…

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*