Enquanto isso no Facebook… | Fábio Campana

Enquanto isso no Facebook…

… Os procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos Lima mandam seus recados: “‘As revelações de hoje deixam indignado qualquer um, como eu, que ama e dedicou a vida ao Ministério Público. Somos uma instituição de pessoas dignas e dedicadas, e cada um desses envolvidos em crimes deve ser punido exemplarmente. Ser Ministério Público é um sacerdócio e não podemos contemporizar com qualquer desvio. Que os fatos sejam investigados rapidamente e todos os envolvidos punidos, sejam quem forem.’ (Carlos Fernando dos Santos Lima. Assino embaixo)”


6 comentários

  1. terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 11:55 hs

    Acontece nas melhores famílias, na se pode generalizar entendeu agora?
    Com o tempo vocês vão aprender, ser jovem impulsivo e impetuoso acarreta em muitas ações e julgamentos precipitados.
    Que sirva de exemplo a todo MP nacional..

  2. Observador
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 12:28 hs

    Eles lutaram bravamente, denegrindo a imagem da Polícia, para ter o poder de investigar. Alijaram a Polícia Federal da delação dos irmãos Batista, sob o pretexto que tal procedimento é exclusivo do Ministério Público. E agora José, a festa acabou? Ou está começando? Delação extremamente suspeita, quando um Procurador de Justiça, íntimo de Janot, sai do MP e passa a advogar para os delatores…sabia pouco ele não é? O acordo foi um presente para os Batista. E antes que a Veja publicasse os novos vídeos, o Sr. Procurador Geral se apressou em dar a sua versão em entrevista coletiva. Mas fica a pergunta: quem vai investigar isso?

  3. Sergio Silvestre
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 12:56 hs

    Um sacerdócio esse desses procuradores com salários de até 100 mil reais,é um sacerdócio que todos ser queria passar,

  4. JUNIOR
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 14:02 hs

    Sacerdócio é se dedicar ao extremo por quase nada em troca!
    Sacerdócio é estar sempre disposto a assumir e a pagar por eventuais erros!
    Não é isso que tenho visto.
    Um sacerdote desses de Londrina (na verdade uma sacerdotisa), por preguiça mental de olhar um inquérito, denunciou uma testemunha como autor do fato, sob o argumento que ela fora presa em flagrante (absurdo!). o Outro sacerdote (que por certo também não leu nada) recebeu a denúncia e, mais de três anos depois e um bom dinheiro gasto com advogado (por sinal fraco!) , o novo sacerdote que julgou, em vez de reconhecer o erro, preferiu absolver àquele que fora indevidamente acionado, por falta de provas. Ficou bem claro que esses sacerdotes protegem-se reciprocamente.
    E o advogado disse que nem adianta entrar com ação que não vai dar em nada (ou seja, vai se gastar mais dinheiro a toa).
    E Deus e a Justiça? Às favas com essas tolices!

  5. Juca
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 17:30 hs

    SS Calça Frouxa, q

  6. Juca
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 17:32 hs

    SS Calça Frouxa, sacerdotes ou não, merecem ganham mais, muito mais pelo simples fato de enrabarem a petezada!

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