Curitiba perde R$ 4 mi sem reparcelar dívida com IPMC | Fábio Campana

Curitiba perde R$ 4 mi sem reparcelar dívida com IPMC

A prefeitura de Curitiba perde R$ 4 milhões a cada nova cobrança da dívida do (Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba) sem a extensão do parcelamento.

Hoje, a lei municipal permite, no máximo, o alongamento das dívidas previdenciárias em 60 vezes. Uma proposta em análise na Câmara de Vereadores quer ampliar este prazo para 200 meses.

Em 2018, a prefeitura vai inserir, pela primeira vez, no orçamento da cidade, os gastos com previdência municipal. Serão injetados R$ 313 milhões para compor os recursos do fundo.

Entre 2015 e 2016, o município acumulou cerca de R$ 500 milhões que não foram repassados ao instituto de previdência dos servidores.

Também na gestão passada foram parcelados R$ 230 milhões e mais R$ 92 milhões referentes à contribuição patronal de dezembro. O recurso, entretanto, não foi pago.

A atual gestão parcelou parte da dívida no início do ano e pretende reparcelar outros R$ 145 milhões, a partir da nova modalidade de pagamento, caso seja aprovada pela Câmara de Vereadores. Desse modo, todos os valores serão comportados pelo reparcelamento em trâmite no Legislativo.


Um comentário

  1. Luizito
    quinta-feira, 28 de setembro de 2017 – 21:17 hs

    Seria o resultado da auditoria do Ministério da Fazenda que forçou a administração a tomar uma atitude relacionada a dívida como instituto?

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