A porteira foi aberta: condenado pede a Moro que anule gravação escondida | Fábio Campana

A porteira foi aberta: condenado pede a Moro que anule gravação escondida

Agora que país está com o olhar atento para gravações e um pouco mais informado sobre o assunto, o chamado pela Lei vai começar a pipocar de forma pública.
Condenado a doze anos e cinco meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, o ex-diretor da Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca, recorreu ao juiz Sergio Moro hoje.
A defesa do empreiteiro afirma que as gravações usadas pelo Ministério Público Federal em que Fonseca acerta pagamentos de propina foi obtida de forma ilegal.
“A interceptação audiovisual ocorreu de forma clandestina, pois embora conste nos autos que a câmera de segurança, que captou e gravou a reunião, estivesse ostensivamente à vista na sala de reuniões na empresa Polo Capital Ltda., o que importa é que não foi realizada por quaisquer das partes presentes e nem sequer era de conhecimento dos participantes que a reunião estaria sendo gravada”, disseram os advogados.


3 comentários

  1. Sergio Silvestre
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 16:16 hs

    Para alegria geral de bandidos de todos os naipes e até da imprensa isso é um UFHAAAA ALIVIO NÉ.

  2. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 17:08 hs

    Diz o ditado chinês: quem cavalga o lombo do tigre, termina sempre em seu ventre… essas delações havidas como provas irrefutáveis e insofismáveis foram vítimas da arrogância e do açodamento daqueles que estão atropelando as leis e a CF para fazer justiçamento a qualquer custo.

  3. Jorge
    terça-feira, 5 de setembro de 2017 – 20:05 hs

    Os advogados só aceitam gravações autorizadas pelos corruptos.
    E tem muito PTófilo que concorda

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*