A boataria que não tem fim | Fábio Campana

A boataria que não tem fim

De 20 em 20 minutos o boato pode mudar. Na tensão criada pelos processos judiciais contra a corrupção, há terreno fértil para plantar factoides. Hoje, às 6h00 da matina, um empresário decidiu fazer sua pequena vendetta contra desafeto antigo que tem cargo no governo. Disparou um dúzia de telefonemas a perguntar se sabiam da prisão do adversário. Pronto. Foi o suficiente para que a notícia chegasse ao outro lado da cidade bastante modificada: o secretário de cabelos raspados, uniforme de presidiário e previamente condenado à perpétua. São os tempos.


Um comentário

  1. eleitor desmemoriado
    terça-feira, 19 de setembro de 2017 – 18:20 hs

    kkkk como bem diz o ditado, os apressados comem cru. E confiar desconfiando nunca fez mal a ninguém.

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