Repercussão negativa faz deputados reverem valor de R$ 3,6 bi | Fábio Campana

Repercussão negativa faz deputados reverem valor de R$ 3,6 bi

Do Estadão:
Após ‘susto’ de repercussão negativa, relator volta atrás sobre financiamento com 0,5% da receita líquida do País; para petista, financiamento de R$ 2 bilhões é ‘bem razoável’

O relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), disse que vai apresentar uma emenda aglutinativa, ainda nesta quarta-feira, 16, que altera o orçamento de R$ 3,6 bilhões, previsto inicialmente para o fundo público de campanhas eleitorais. A proposta fazia parte do relatório aprovado na comissão especial que trata do assunto, mas foi revista num acordo entre os líderes partidários em reunião na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo o deputado, o “susto” da repercussão negativa influenciou os deputados a voltarem atrás quanto à ideia de destinar 0,5% da Receita Corrente Líquida da União (RCLU) para o financiamento do fundo público eleitoral. Sem entrar em detalhes, Cândido disse que a ideia é que o valor do orçamento do fundo seja definido a cada eleição pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).

“Vai sair (do relatório) o porcentual de receita, vou fazer uma emenda aglutinativa de relator para alterar isso. Já tinha avisado que era muito ousadia muito desproporcional ao momento que estamos vivendo. Cada eleição vai ter seu orçamento. “, explicou.

Questionado sobre possibilidade dessa mudança abrir precedente para que o valor do fundo público seja ampliado ainda mais, Vicente Cândido disse esperar razoabilidade dos deputados. “Espero que fique dentro de um valor razoável depois do susto que os deputados tomaram com a repercussão. Um valor de R$ 2 bilhões para eleições no Brasil é bem razoável”, defendeu.


6 comentários

  1. quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 14:54 hs

    1 – Se o voto é gratuito, porque tanto dinheiro para campanha?
    2 – Caixa Preta – tem coisa errada! Hoje é possível saber quem doou para quem. Com o caixa-preta, se alguém pode doar sem identificar e pedir sigilo, sua identidade só poderá ser conhecida por órgãos de controle ou pelo Ministério Público. Ficaria pior que antes, até porque em na eleição passada alguém que recebia bolsa família doou e a fraude foi descoberta. Vai ser um festival de lavagem de dinheiro. Porque os políticos só fazem as coisas visando falcatruas?

  2. Do Interior
    quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 14:57 hs

    Que tal fazer assim: só terá dinheiro se houver superávit fiscal e diminuir a dívida pública, o número de deputados e assessores, sendo que o valor sairá do próprio legislativo.

  3. JOHAN
    quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 16:59 hs

    Caro FÁBIO, aquele deputado da ORCRIM PETISTA depois de tudo o que fizeram para a sociedade, ainda não entendeu, os eleitores não desejam mais permitir qualquer valor de doação do nosso dinheiro para os parlamentares desviarem, roubarem e praticarem atos libidinosos. Já não chega o que recebem mensalmente. Já não chega o que desviam das verbas parlamentares, que são desviadas da aplicação municipal. Nesse momento a sociedade está passando fome e reduzindo despesas. Chegou a hora dos parlamentares experimentarem do mesmo remédio. Candidatura com recursos próprios de cada candidato. Atenciosamente. . .

  4. Carlos Fuentes
    quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 18:33 hs

    Quanto bandido!!!!! Lava jato neles!!!!! Assim não precisam de campanha

  5. quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 21:23 hs

    Esse sujeito é um verdadeiro cara de pau.

  6. quinta-feira, 17 de agosto de 2017 – 10:43 hs

    errado Cezar, esse filhodaputa é um verdadeiro filho da puta !

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