Liberou geral | Fábio Campana

Liberou geral

O ministro Luiz Fux escreveu assim: “E nem se diga que o referido benefício revela um exagero ou algo imoral ou incompatível. Cada categoria de trabalhador possui direitos, deveres e verbas que lhe são próprias”.

O jornalista Augusto Nunes explicou assim: Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal, sobre a sua decisão de autorizar o pagamento de auxílio-moradia no valor de R$ 4,3 mil até para os juízes e procuradores que tenham residência própria no mesmo local em que trabalham, explicando por que quem tem casa numa cidade tem direito a ter outra casa na mesma cidade.


7 comentários

  1. Franchico
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 10:18 hs

    Este é o típico caso de que “Cada um puxa a sardinha para o seu lado”.

  2. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 10:22 hs

    Os altos barnabés, desde a colônia, sempre foram aquinhoados com benesses e privilégios régios. É o sonho de todo brasileiro ser alto barnabé. O Brasil é a república dos barnabés.

  3. PEREGRINO
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 12:33 hs

    Vergonhoso!!!
    Logo isso tudo terá o fim!
    Se esquecem de que existe sim um DEUS que vê todas as coisas….
    O tempo o dirá!!!

  4. JUNIOR
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 12:49 hs

    Realmente não é um exagero imoral nem incompatível. É sim uma inconstitucionalidade absurda praticada por quem deveria ser o guardião da Constituição pois o texto é muito claro ao incluir no teto as vantagens pessoais OU DE QUALQUER NATUREZA.
    Mas, se ele esqueceu, vamos lembrá-lo:

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
    […]
    XI – a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

  5. Eleitor
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 13:14 hs

    Gostaria de dizer um palavrão aqui, mas em respeito àqueles que lutam e trabalham para pagar seus alugueres, eu diria apenas, o seguinte: vá para a…

  6. Mariana
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 15:32 hs

    Estas mordomias as quais fazem jus políticos e funcionários públicos ( om o dinheiro do contribuinte, evidentemente) só ocorrem em paisecos terceiro mundistas.

  7. Luiz Carlos
    terça-feira, 22 de agosto de 2017 – 20:33 hs

    VERGONHA…….extorsão…. DITADURA JUDICIAL……

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*