Copel e Sanepar, compromisso com a eficiência | Fábio Campana

Copel e Sanepar, compromisso
com a eficiência


Carlos Massa Ratinho Júnior

O Paraná tem se consolidado como uma das unidades mais fortes da Federação e um dos poucos estados que reagiu rapidamente à crise instalada no país. Graças à força da sua produção, em todos os setores, da agricultura à indústria, e ao trabalho dos paranaenses, deu respostas positivas e vem conseguindo se destacar como potência econômica, gerando emprego e renda e qualificando as ações de inclusão social.

Neste cenário, duas forças importantes têm sido fundamentais, associando o equilíbrio da gestão pública às garantias fundamentais para o bem-estar da população. Ao mesmo tempo, funcionam como verdadeiros motores que impulsionam os investimentos no nosso estado. Essas duas forças têm uma relação direta e cotidiana com todos os paranaenses: falo da Sanepar e da Copel.

As duas têm uma trajetória de sucesso. Em seus 63 anos de atividade, a Copel é um modelo de governança e eficiência, reconhecida pela competência de seus funcionários, que conseguem mantê-la em desenvolvimento contínuo. Nos últimos sete anos, a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica elegeu seis vezes a Copel como a melhor distribuidora de energia do Brasil. Maior empresa do Paraná, a Copel investiu R$ 3,57 billhões em 2016, o maior valor da sua história, e garantiu novos investimentos no total de R$ 2 bilhões para este ano. Dinheiro que movimenta e reforça a economia do Paraná, além de garantir mais qualidade de vida para os paranaenses.

Nesta mesma linha, a Sanepar, que existe há 54 anos, é a estatal paranaense mais bem colocada entre as 150 empresas mais inovadoras do Brasil. Foi a única representante do setor de saneamento básico no Prêmio Valor Inovação Brasil 2017, ranking elaborado pelo jornal Valor Econômicoem parceria com a consultoria PwC. E esta condição foi conquistada com muita eficiência. Atualmente, a Sanepar está desenvolvendo cerca de 100 projetos que buscam soluções tecnológicas sustentáveis e inovadoras para os principais processos da empresa. Os paranaenses sentem de forma imediata o resultado dessa eficiência: 100% dos moradores das áreas urbanas têm acesso à água tratada e 70% já têm o sistema de coleta de esgoto instalado na porta de sua casa.

Mesmo com todos esses resultados positivos, de tempos em tempos surge a polêmica discussão sobre a privatização da Copel e da Sanepar. Dias atrás, perguntaram minha opinião. A resposta para essa pergunta passa necessariamente pelo reconhecimento da excelência das duas empresas. Penso que devemos continuar trabalhando para ampliar a eficiência da Copel e da Sanepar em sinergia com uma sociedade em constante evolução. Penso que a Copel e a Sanepar devem continuar sendo dos paranaenses. Este deve ser o compromisso.


4 comentários

  1. sexta-feira, 25 de agosto de 2017 – 17:29 hs

    Esse é um rato mesmo, não é à toa o pseudônimo, ele esquece nesta gestão a energia elétrica e saneamento se tornaram os vilões nas contas dos pobres paranaenses, subiu muito mais que a inflação sem falar nas outras taxas anexadas nas faturas para tornar tudo mais caro, de contra partida sobrando mais dinheiro para o governo e os seus desfrutarem de mais verba tirada do lombo do povo paranaense para gastar nas campanhas vindouras, pagamos a energia mais cara do país, com uma hidrelétrica dentro do nosso estado e o país vizinho rindo à toa com energia fornecida quase de graça.

  2. Aguirre
    sexta-feira, 25 de agosto de 2017 – 19:34 hs

    O “modelo de governança e eficiência, reconhecida pela competência…”, conforme o arrazoado acima do ratinho é refutado pelo próprio balancete de junho/2017 da COPEL. Na página 18 que descreve o endividamento da empresa desde 2012, nota-se uma empresa cortejando a insolvência. Em 2012 portanto, no início da “gestão” beto richa, a divida liquida da COPEL era de R$ 1,014 bilhão, enquanto em junho de 2017 esta dívida chega a R$ 9,034 bilhões para uma geração de caixa de apenas R$ 1,7 bilhões. Provavelmente vai ter que vender algum ativo para estancar o crescimento do custo financeiro desta dívida.

    Já a SANEPAR depois de 54 anos de existência não chegou próximo aos 100% de cobertura de coleta de esgoto. Talvez com mais 54 anos a SANEPAR coloque o estado do Paraná no século 19, época em que o problema de coleta de esgoto foi solucionado nos países mais adiantados.
    O ratinho, aparentemente, não deve saber ler um balanço patrimonial.

  3. Alvaro Santos
    sexta-feira, 25 de agosto de 2017 – 20:01 hs

    Tu deves estar de brincadeira. Motores de investimento no estado? Só se for com o nosso dinheiro, tomado via contas absurdamente caras de água e luz.

    PS. Vide a empresa municipal de águas e saneamento de Caxias do Sul, que para abastecer de água a população construíu 4 (e disse 4) represas e o valor da água nesse município é 60% do valor cobrado pela estatal sanepar.

  4. falido e ainda mal pago
    sábado, 26 de agosto de 2017 – 10:28 hs

    O pretenso futuro governador já está de olho nos “bons negócios” que essas estatais podem lhe render, principalmente quanto a possibilidade de licitações que envolvam softwares e hardwares. Não é mesmo camundongo júnior?

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