'Bordel Brasil' | Fábio Campana

‘Bordel Brasil’

Por José Nêumanne:

Primeira vez em que ouvi falar no Fundo Especial de Financiamento da Democracia, deu-me vontade de me ajoelhar e rezar o Salve Rainha. O fervor cívico passou quando fiquei sabendo que o preço desse tipo de democracia é a eterna desfaçatez. O fundo não é de R$ 3,6 bilhões, como apregoou o nada Cândido, nem de R$ 2 bilhões, cuja pedra cantou assim que percebeu que, na pindaíba generalizada, reduzido, o valor convenceria.
Afinal, não entram nesse falso total nem os R$ 2 bilhões do fundo partidário, que vale no ano da eleição e no outro, de urnas fechadas e recolhidas, nem a renúncia fiscal com que se paga o horário, que é gratuito para os espertalhões e pago a bilhões pelos otários, que somos nós.
No bordel Brasil vale tudo, até a venda de indulgências perpétuas por castas prostitutas.


Um comentário

  1. Tayco
    quinta-feira, 24 de agosto de 2017 – 14:03 hs

    Emputecido com o “Bordel Brasil”
    No “prostíbulo” querem R$ 3,6 bilhões para o “Financiamento da Democracia”. (nome bonito quem usa é puta”)

    – R$ 2,5 bilhões para comprar as urnas do voto impresso, nem pensar. ???..

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