A nova meta fiscal do governo | Fábio Campana

A nova meta fiscal do governo

Em coletiva de imprensa, o governo anuncia a ampliação das metas fiscais de 2017 e 2018. Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmaram que as metas fiscais de 2017 e 2018, de deficits de R$ 139 billhões e R$ 129 bilhões, respectivamente, serão ampliadas para R$ 159 bilhões.
‘As propostas são duras e rigorosas’, disse Meirelles e algumas delas são:
– os reajustes já concedidos aos servidores civis do Executivo serão postergados para 2019;
– redução dos salários iniciais de todas as carreiras;
– progressão de carreira passará de cerca de 12 níveis para 30 níveis – o profissional irá levar mais tempo para chegar ao topo da carreira, com isso, a redução do custo com servidor pode chegar a 70%;
– corte de 60 mil cargos federais – que não estão sendo ocupados e que para não saírem deste status serão eliminados;
– a alíquota da previdência dos servidores passará de 11% para até 14%;
– corte de R$ 8,456 bi nas transferências para Estados e municípios em 2018;
– concursos federais só em 2018, com menos entradas do que saídas de servidores, quer dizer que o número de vagas a serem preenchidas não será o correspondente ao número de funcionários que saem do governo por aposentadoria ou outro motivo.

Meirelles disse ainda que quase 80% do orçamento se refere a despesas obrigatórias, ‘a Previdência é a maior de todas’, por isso aprovar a reforma da Previdência é fundamental.

A alteração depende de aprovação do Congresso Nacional.


6 comentários

  1. Joge Paraiba
    terça-feira, 15 de agosto de 2017 – 21:13 hs

    Quero saber como fica os salários absurdos de juízes, promotores, defensores públicos etc. verdadeiros marajás e parasitas do dinheiro publico?
    aquele juiz do mato grosso ganhando meio milhão de reais por mês e um escárnio….
    defensores publicos (advogados de pobres e miseráveis) j estão botando banca de marajás, isso pode?

  2. Sergio Silvestre
    terça-feira, 15 de agosto de 2017 – 22:02 hs

    Mas qua,não vão mexer por que até o Meirelles tem rabo preso com os magistrados que vendem caro para fechar os olhos.

  3. Regis
    terça-feira, 15 de agosto de 2017 – 22:59 hs

    Cortina de fumaça para encobrir a incompetência da equipe econômica que, por sinal, é composta por elementos que já eram da equipe do PT (Meirelles, presidente do BC do Lula) e Dyogo, o boca-aberta, ministro de Dilma.
    Vão deixar um rombo de meio trilhão de reais em 2 anos e pouco de mandato marcado pela extrema incompetência. O País continuou mergulhado na depressão, não privatizou o que deveria, não olhou para a educação básica, asfixiou a economia ainda mais com impostos sobre os combustíveis e criou um clima de permanente sobressalto com reformas tabajaras impostas de forma autoritária, cooptou o legislativo com dinheiro dos contribuintes para salvar a pele e fez o brasileiro envergonhar-se de tal modo do País que UM TERÇO da população quer ir embora para o exterior.

  4. Rogério
    terça-feira, 15 de agosto de 2017 – 23:53 hs

    Esse governo medíocre, é uma piada cortar 60 mil cargos vagos. Cortar os cargos comissionados,reduzir ministérios , diminuir número de deputados e senadores, isso essa corja de corruptos nem toca no assunto. Bando de salafrarios.

  5. TO DE OLHO
    quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 0:24 hs

    ESTUDEM BASTANTE, DISPUTEM AS VAGAS EM CONCURSOS PÚBLICOS, E ASSUMAM OS CARGOS COM DIGNIDADE.SERÁS BEM REMUNERADO.
    BEM DIFERENTE DOS CARGOS POLÍTICOS, QUEM ASSUMEM CARGOS SEM UMA DISPUTA INTELECTUAL, GANHAM MUITO MAIS QUE OS MAGISTRADOS E ROUBAM DESCARADAMENTE;
    ASSIM COMO OS TRAFICANTES TEME A POLÍCIA, OS FACÍNORAS TÊM MEDO DOS MEMBROS DA JUSTIÇA.

  6. Juca
    quarta-feira, 16 de agosto de 2017 – 11:27 hs

    Parabéns “TO DE OLHO”, é isso mesmo! Quem ganha muito mesmo são os políticos e comissionados do governo!

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