Policial civil vai a júri popular | Fábio Campana

Policial civil vai a júri popular

A policial civil Kátia dos Santos Belo, que atirou na direção de uma festa de final de ano em dezembro de 2016 e matou a copeira Rosária Miranda da Silva, será submetida a júri popular. A decisão é do juiz Daniel Surdi de Avelar, de Curitiba, que imputou crime de homicídio simples, descartando outros pedidos do Ministério Público (motivo fútil, perigo comum e impossibilitade de defesa). “Não se pode negar que, ao efetuar disparos em direção à confraternização que a incomodava, local onde havia várias pessoas, conversando distraidamente e desarmadas, a acusada (em tese) assumiu o risco de produzir o resultado e matar alguém. Mas não se pode utilizar estes mesmos elementos para pretender ver configurados o motivo fútil (confraternização), o perigo comum (efetuar disparos em direção a várias pessoas) e o recurso que impossibilitou a defesa da vítima (conversando distraidamente)”.
Kátia aguardará o julgamento em liberdade, enquanto seu advogado tenta mudar a qualificação de homicídio simples para homicídio doloso.


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