Governo competente | Fábio Campana

Governo competente

Num quesito o governo sabe trabalhar e não dá folga. Pelo menos quando não se refere a grandes empreiteiras, bancos etc, aí a competência é em outra área. A Fiscalização da Receita Federal lançou, no primeiro semestre deste ano, R$ 5,7 bilhões em autuações no Paraná, o que representa um crescimento de 303,25% em relação ao mesmo semestre de 2016. A quantidade de auditorias externas aumentou 34,46%, e a de revisão de declarações cresceu 0,38% em relação ao mesmo período do ano anterior.


7 comentários

  1. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 10:23 hs

    Sinto muito, mas se sonegou, tem que ‘dançar’.

  2. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 10:40 hs

    Por exemplo, sei de empresas que mantêm notebooks completamente fora da rede da empresa, e bem escondidos, para fazer o lançamento de transações sobre as quais não pagam imposto.
    E nestes notebooks são replicados todos os sistemas que existem nos outros computadores da empresa.
    Só que é tudo ‘paralelo’, não rastreável.
    Então, não botem a culpa apenas nos políticos.
    Como já falei, o povo daqui não é boa coisa.
    Para citar um exemplo, fiquei boquiaberto ao saber das feiras onde são comercializadas cargas roubadas, no Rio de Janeiro.
    Preços vis praticados em cima de mercadorias novinhas em folha.
    Aparelhos de ar-condicionado vendidos a módicos R$ 350,00.
    A pessoa compra nas tais feira, e ainda tem a cara de pau de afirmar que não sabe que é mercadoria roubada. E ainda sai contando vantagem, querendo parecer esperta, dizendo que achou uma oferta maravilhosa…
    Ou então o exemplo dos ‘saqueadores de carga’ em acidentes rodoviários…
    Posso citar outros exemplos mais, mas seria cansativo demais.
    Apenas para reflexão.

  3. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 10:46 hs

    Nesta mesma empresa que tem notebook ‘paralelo’, tive de fazer um curso ministrado internamente pelo RH da empresa, para os recém-contratados.
    Em um certo dia, um dos donos da empresa foi falar sobre a empresa, modo de atuar, etc.
    E não é que ele foi bem sincero e falou que ‘a gente cobra as taxas que eles não devem. Se alguém reclama, a gente devolve o dinheiro. Mas a maioria não reclama, então a gente fica com o dinheiro.’

    E vocês ainda acham que a culpa é apenas dos políticos?
    Deixem de ser cegos.

  4. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 10:54 hs

    Neste emprego, não durei nem uma semana. Depois do que o dono da empresa falou no tal curso, peguei nojo da empresa. Pedi demissão.
    Isto depois de ver muita confusão no departamento jurídico/de cobrança da empresa, com gente sendo cobrada indevidamente fazendo ‘barraco’ (e com razão)…
    A sala deles ficava ao lado da sala em que eu trabalhava.

  5. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 10:55 hs

    Acho que vi três ‘barracos’ causados por cobrança de taxas indevidas em uma semana.

  6. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 11:49 hs

    E antes que alguém diga que eu falo o que eu falo por ser um incompetente ressentido, respondo que nunca foi demitido. Sempre pedi demissão.
    E geralmente o meu pedido de demissão acontecia depois de ver coisas pouco recomendáveis. Sabe quando você sente-se como uma engrenagem em uma máquina de sujeira?
    Não levo mais a sério a maioria das coisas que vejo. Sempre e antes de tudo, sou um cético.
    Nem no jornalismo eu creio. Vi bem, em certa fase da minha vida, como são publicadas ‘matérias de interesse jornalístico’ que não passam de propaganda, de relações públicas de empresas, em um toma-lá-dá-cá vergonhoso.
    E foram apresentadas como ‘jornalismo’. Não só em jornais, como em revistas!
    No final, cheguei à conclusão de que tudo, tudo, não passa é de um enorme golpe, em que quem engana melhor o próximo chora menos.
    Pronto, falei.

  7. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 19 de julho de 2017 – 12:12 hs

    Puxa,como sou burro, né?
    Isso vocês podem falar e eu admito.
    Estaria bem melhor em todos os sentidos se fosse ‘esperto’ e ‘inteligente’.
    Mas eu nasci para ser burro.
    Fazer o que?

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