Gleisi no escurinho do plenário | Fábio Campana

Gleisi no escurinho do plenário

Foto: André Duse / Estadão

Depois de ocupar a mesa diretora do Senado e não devolver o lugar de presidente para Eunício Oliveira, Gleisi Hoffmann resolveu continuar no local mesmo depois das luzes apagadas.
O som dos microfones foram cortados e, pelo menos nisso, situação e oposição concordaram: “melhor assim”. Parece que “ninguém quer saber do que Gleisi fala no escurinho do plenário”, como disse um senador.
Além dela estão nesse projeto de barrar a votação da reforma trabalhista, que pode ser chamado de atentado à democracia, Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI) e Lídice da Mata (PSB-BA).


5 comentários

  1. CAÇADOR DE VERMES
    terça-feira, 11 de julho de 2017 – 13:22 hs

    A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, e o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, foram citados na delação premiada do empresário Marcelo Odebrecht. Por causa da prerrogativa de foro da senadora, o casal é investigado no Supremo Tribunal Federal. Marcelo contou ao Ministério Público que Paulo Bernardo teria pedido repasses via caixa 2 para as três últimas campanhas de Gleisi.

    Assista o Vídeo Marcelo Oderbrecht entrega o casal

    Foram R$ 150 mil na campanha à Prefeitura de Curitiba em 2008, R$ 500 mil em 2010, quando ela venceu a eleição ao Senado, e R$ 2 milhões para a disputa ao Governo do Paraná em 2014. O dinheiro teria sido descontado da conta “italiano”, que eram os valores separados pela Odebrecht para o ex-ministro Antônio Palocci. Segundo o delator, Palocci teve que autorizar os repasses. O apelido de Gleisi nas planilhas da empresa era “coxa”.

    “Um dos candidatos do partido que acabaram recebendo dinheiro e que foram debitados da conta “italiano” foi a Gleisi na campanha dela. E daí veio uma autorização de Palocci, que não era o Paulo Bernardo que autorizava o pagamento, era o Palocci, então veio a autorização de Palocci de dar esse apoio à Gleisi”, afirmou Odebrecht.

    INTERESSANTE PRA QUEM QUISER ASSISIR AO VIDEO DE MARCELO ODEBRESCH FALANDO DE TODA A PODRIDÃO DE GLEISI.

    Em 2009, a Odebrecht negociava uma linha de crédito de R$ 1 bilhão junto ao BNDES para fechar negócios em Angola. De acordo com Marcelo Odebrecht, Paulo Bernardo, que na época era ministro do planejamento, teria pedido uma contribuição de US$ 40 milhões a pedido do ex-presidente Lula, para autorizar a linha de crédito. Segundo Marcelo, houve uma negociação para reduzir a contribuição para US$ 36 milhões, com a participação de Palocci.

    ” E no meio dessa negociação o Paulo Bernardo, que foi indicado pelo Lula para tratar desse assunto, pediu para mim R$ 40 milhões para que essa linha de crédito fosse para R$ 1 bilhão. Eu concordei com o pedido de Paulo Bernardo, mas fui no Palocci que estava acompanhando tudo… e combinei que esse dinheiro, como viria de Angola, teria uma geração de 10% que eu consegui abater esse crédito que ele passari a a ter comigo para R$ 64 milhões de reais”, afirmou.

    Veja Mais em http://paranaportal.uol.com.br/operacao-lava-jato/paulo-bernardo-pediu-repasses-via-caixa-2-para-campanhas-de-gleisi-segundo-odebrecht/

  2. SOLANGE LOPÉS
    terça-feira, 11 de julho de 2017 – 14:18 hs

    A Senadora é chegada em um escurinho, principalmente se estiver na companhia do chambinho.

  3. Sergio Silvestre
    terça-feira, 11 de julho de 2017 – 15:20 hs

    Pois é Solange,ela é chegada sim ,por que ela é feminina e gosta der sexo,diferente de voce que é uma coisa ressecada,sem vida e sem

  4. Roberto Cardoso
    terça-feira, 11 de julho de 2017 – 17:47 hs

    Só tem a nata ( do crime ) ocupando a mesa. Fizeram escola com o maduro da venezuela kkkkkk

  5. SOLANGE LOPES
    terça-feira, 11 de julho de 2017 – 18:33 hs

    Bunda tatuada, com esta de estar defendendo a barbie que sabidamente meteu uns cornos no marido a tua vocação é de corno também.

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