Ex-médico condenado por estupro volta pra casa | Fábio Campana

Ex-médico condenado por estupro volta pra casa

A novela de Roger Abdeslmassih parece que não tem fim. Agora o STJ restabeleceu a decisão de prisão domiciliar.
Primeiro a 1ª Vara de Execuções Criminais de Presídios da Comarca de Taubaté atendeu ao pedido de prisão domiciliar de Abdeslmassih por entender que com a saúde debilitada, a penitenciária não teria condições de prestar atendimento médico adequado. Ele foi pra casa.
Depois, o Ministério Público de São Paulo recorreu por meio de um agravo e impetrou o mandado de segurança. O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que ele fosse novamente para o regime fechado.
Agora, a defesa pediu um habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça e a ministra Laurita Vaz, decidiu que ele deve voltar para casa.


3 comentários

  1. Tisa Kastrup
    terça-feira, 4 de julho de 2017 – 16:34 hs

    Essa ministra Laurita Vaz do STJ alega que houve “erro processual”.

    Por caridade, alguém diz pra essa criatura de toga que não há no planeta erro processual que perdoe ou apague os 37 estupros que esse monstro cometeu para ter ido parar atrás das grades que ele deseja se livrar pra tratar sua “saúde debilitada”!

    Esse monstro merece apodrecer vivo dentro da cadeia até a sua morte, enquanto cumpre parte dos (vai ser impossível cumprir totalmente) 181 anos de prisão a que foi merecidamente condenado.

    Em qualquer país do mundo, inclusive nos que apedrejam mulheres em praça pública, esse estuprador seria trancado na jaula até morrer. Aqui, é misericordiosamente mandado para o conforto da sua casa – comprada com o dinheiro de suas pacientes estupradas!

    Nossa “justiça” encolheu, virou motivo de escárnio, piada internacional, nojo nacional.

  2. FUI !!!
    terça-feira, 4 de julho de 2017 – 17:05 hs

    Eu sugiro que esta tal “ministra” Laurita do faz de conta que leve
    o Roger Abdelmassif para a sua casa. Este cara é tão inofensivo
    que não vai fazer mal a ninguem…

  3. Sheila
    terça-feira, 4 de julho de 2017 – 20:37 hs

    Concordo Tisa , se todos os presos que estão nessas situações forem privilegiados dessa maneira vil não precisaria presídio, pois está claro q a decisão da juíza está priorizando um problema que a maioria dos presos podem estar passando, mas nenhum tem esse privilégio. Essa decisão abre jurisprudência p qualquer um poder se safar na cara dura. Cadê a consciência e ética Sra. Ministra Laurita? . Ele precisa arcar com as consequências de suas decisões. Lamentável essa corja do STF estar colocando por terra e tripudiando das vítimas e do povo brasileiro.

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