Dois delatores, uma vaga | Fábio Campana

Dois delatores, uma vaga

Eduardo Cunha terminou sua proposta de delação premiada. Lúcio Funaro também. Mas isso não quer dizer muita coisa. A Procuradoria-Geral da República já avisou que a troca de informações por abrandamento da pena só acontecerá para um deles.
O teor das duas delações têm na mira a segunda denúncia que a PGR fará contra Michel Temer.

Apesar de ter mais representatividade popular, Cunha não tem vantagem. Durante muitos meses fez jogo de cena, se recusou a falar e confessou que aguardaria a saída de Rodrigo Janot para conseguir um acordo melhor. Mas com a notícia de que Raquel Dodge pretende endurecer os acordos da Lava Jato, agora ele corre contra tempo.

Os documentos estão prontos, vamos ver quem vai passar pela porta da PGR, Cunha ou Funaro.


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