Requião quer depor em favor de Rocha Loures | Fábio Campana

Requião quer depor em favor de Rocha Loures

Roberto Requião entrou com contato com a família de Rodrigo Rocha Loures, o sujeito que correu com uma mala de dinheiro pelas ruas de São Paulo, para se colocar à disposição a depor como testemunha de defesa do ex-deputado. O senador paranaense conhece a família do ex-parlamentar há tempos. “O Rocha Loures que conheço é um rapaz correto”, justifica Requião. As informações são de Gabriel Mascarenhas na Veja.


18 comentários

  1. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:06 hs

    Eita, Requião.
    Não basta passar ridículo pregando violência em um vídeo ao lado da Benedita Silva (que falou em derramamento de sangue), postar um vídeo gravado em uma balada na Itália, falando com todo ar de seriedade que o negócio da delação da JBS envolvia o DoS dos Estados Unidos (e falar que o raciocínio era claro), e outros episódios ridículos, que se fosse descrevê-los todos, acabaria escrevendo um livro aqui… ainda mais essa?
    Chega, né, Requião?

  2. Marco Nascimento
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:13 hs

    Agora parece que aprendeu ! Vai lá Requião defenda os seus! o Rocha Loures merece, afinal ele participou da sua casa civil e foi vice na chapa do Osmar não é ?

  3. Miguel
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:32 hs

    Peso negativo.
    Fernandinho Beira Mar tbém é bom rapaz
    ..
    Brasil …
    Que vergonha

  4. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:48 hs

    Muita gente, ao ler o que escrevo, deve achar uma pessoa azeda, um cético chato…
    Eu simplesmente acho que tenho o direito (e o dever?) de ser chato e azedo.
    Durante a minha vida profissional, tive ensejo de vislumbrar bem como é o relacionamento entre empresas, políticos, e agentes públicos em geral.
    Tudo que está sendo jogado no ventilador agora, eu já sabia há bastante tempo. Não os detalhes dos fatos em sim, mas a estrutura, o modus operandi.
    Em 4 ocasiões durante a minha vida profissional tive o desprazer de presenciar certas coisas (que me levaram a pedir demissão dos 4 empregos).
    Como o velho Timbira do I-Juca Pirama, eu só digo:
    ‘Meninos, eu vi!’
    E é destas experiências e do que vejo na arena pública e no cotidiano, que chego à conclusão: brasileiro não presta.

  5. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:54 hs

    onde escrevi ‘deve achar’
    leia-se
    ‘deve achar-me’

  6. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:54 hs

    onde escrevi ‘detalhes dos fatos em sim’
    leia-se
    ‘detalhes dos fatos em si’

  7. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 15:17 hs

    Mais recentemente, vi uma conhecida minha assustada, pois recebeu uma intimação para depor na Justiça (ou era Polícia? Não me recordo) Federal…
    Foi lá, toda assustada, não sabendo do que se tratava.
    Quando chegou lá, descobriu o motivo da intimação. Era para depor no âmbito da Operação Carne Fraca, para ser mais exato, para depor sobre um dos fiscais presos.
    O referido fiscal atuava no porto de Paranaguá, e ela trabalhava em uma empresa que atuava no porto.
    Sobre o que ela teve de prestar depoimento?
    Sobre as ações de achaque do referido fiscal, que tantas vez, mas tantas, que acabou falindo a empresa (o dono não concordava em pagar para ter liberações). A empresa faliu, e nem mesmo teve como honrar os encargos trabalhistas ocasionadas pelas demissões.
    Todo mundo ganhou a conta, o dono da empresa perdeu a casa e a residência dele, os empregados saíram com exatamente R$ 0,00 de todo o imbróglio.

  8. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 15:18 hs

    onde escrevi ‘ o dono da empresa perdeu a casa e a residência dele’
    leia-se
    ‘ o dono da empresa perdeu a empresa e a residência dele’

  9. Freddy Kruger
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 15:36 hs

    Semelhança atraí semelhança. O Requião deve ter se lembrado das malas que também levou para ele.!

  10. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 15:40 hs

    Só para terminar: hoje em dia, vou a entrevistas de emprego e sou questionado sobre o pouco tempo que fiquei nestas empresas.
    Respondo o que? Se responder com a verdade, dou-me mal, pois a recrutadora vai pensar que estou falando mal da empresa na qual trabalhei.
    Se responder com algum subterfúgio, não cola. E eles sempre acabam ligando para as empresas para causa disso, e lógico que não vão falar coisas boas sobre a minha pessoa…
    Inclusive, uma vez fingi ser um recrutador que desejava informações sobre a minha pessoa, e liguei para a empresa, para ver no que dava.
    E não é que o cara falou mal de mim?
    E por aí vai.

  11. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 15:53 hs

    O jeito agora vai ser pegar o meu dinheirinho do FGTS, comprar uma motocicleta e virar motoboy, ou um automóvel seminovo e virar motorista do Uber.

  12. HORA DA VERDADE
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 16:11 hs

    Com uma testemunha de defesa destas, nem precisa de testemunhas de acusação para ser condenado. Nem o Lula, que arrolou 83 testigos, quis o Napoleon de Hospício dizendo besteiras em seu favor. Vai que na véspera do depoimento falte gardenal e a testemunha esteja em surto?
    Tadinho do Rocha Loures. Como disse em entrevista na Band, a oferecida testemunha, não perdeu a ocasião de fazer piada; “Pois é (disse REIquião) eu vi o Rocha Loures sair correndo da pizaria e imaginei: ta correndo para a pizza não esfriar”.

  13. sergio
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 16:32 hs

    É a quadrilha de Curitiba unida.

    Levar Requião a sério não dá.

    O cara foi pego com uma mala de dinheiro,
    assumiu a culpa ao devolver a mala e olha
    que faltou grana que depois ele devolveu.

    O quê será que o Requião quer falar?

  14. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 16:49 hs

    Deixa eu contar mais dois ‘causos’ aqui. Daí vocês entenderão ainda mais o porquê de eu achar (na verdade, tenho quase certeza) de que brasileiro não presta.
    E estes não envolvem a esfera pública. É canalhice a nível particular.
    Fui contratado por uma grande empresa. Grande mesmo, dessas que fazem propaganda na televisão, etc.
    Em primeiro lugar, contrataram-me com apenas metade do salário em carteira. O resto era ‘por fora’. Depois, vim a descobrir que não pagaram um só centavo do que deviam pagar ao INSS, FGTS, etc.
    Mas este é um ponto menor da história.
    Nas primeiras semanas de trabalho, olha as maravilhas que presenciei: oficiais de justiça e advogados revirando a empresa atrás do dono e dos filhos dele. Olha o ridículo da situação: os donos mandavam a gente evacuar nossos locais de trabalho (as ordens englobavam os departamentos de TI, RH, Financeiro e Cobrança).
    A gente ia para salas bem escondidas. Até mesmo o caderno onde era anotado o ponto dos funcionários era recolhido, para os oficiais de justiça não saberem os nomes das pessoas, a fim de intimá-las.
    Os sistemas internos da empresa tinham duas versões: uma funcionava sem oficiais de justiça, e a outra era colocada para funcionar quando havia oficiais de justiça nas premissas. Para que?
    Para esconder dados.
    Cheguei a presenciar a situação ridícula de oficiais de justiça chegando com ordens de prisão, junto com a polícia, para prender o dono e os filhos do dono.
    Eles simplesmente saíam correndo do prédio e iam esconder-se em um matagal que havia perto da empresa.
    Presenciei um funcionário do departamento jurídico recebendo voz de prisão no ato, por obstrução de justiça. Inquirido pelo oficial e pelo delegado, parece que desacatou ou dois, ou recusou-se a prestar informações.
    Presenciei os caixas da empresa sendo esvaziados, e sacos de dinheiro iam e vinham, para os oficiais de justiça não confiscarem dinheiro dos caixas. Em uma dessas ocasiões, sumiu um maço com 13 mil reais em notas de cem…. o dono da empresa nem fez muito esforço para descobrir quem tinha sido.
    Não preciso dizer que não durei muito na empresa.
    No pouco tempo em que lá trabalhei acho que presenciei 5 ou 6 vezes este tipo de situações.

  15. sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 17:02 hs

    Daniel Fernandes , vai catar coquinho !

  16. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 17:06 hs

    O outro ‘causo’ é este:
    Eu tinha uma pequena empresa com conhecidos (decidimos abrir nossa própria empresa por causa das nossas experiências com empresários,e decidimos todos trabalhar por conta própria).
    Fomos contratados, a equipe toda, para desenvolver um projeto grande para uma empresa.
    O dono da empresa falou que o dinheiro vinha de investidores de um banco lá de um país do extremo oriente.
    Durante algum tempo tudo correu bem
    Um belo dia, ele chegou para nós e disse:
    “Não posso mais pagar. A opção que ofereço é vocês tornarem-se sócios. O banco cortou os recursos que ia investir, por causa da eleição do Lula”.
    Não aceitamos. Não tinha como ninguém sobreviver deste modo, e acabamos abandonando o projeto, deixado com o dono da empresa todos os resultados de nossos esforços até aquele momento, e acenamos dando tchau para ele.
    E a gente se ferrou. Tínhamos abandonado todos os outros clientes menores a fim de atender melhor as demandas dele.
    Tempos depois, tivemos notícias dele… Um cara que trabalhava lá contou-nos uma história escabrosa:
    O dono da empresa na verdade era um fraudador de cartões de crédito. Todo o dinheiro que ele tinha era conseguido fraudando cartões de crédito. Um belo dia, pouco depois de a gente abandonar o barco, a PF bateu lá no prédio da empresa, levando o dono, computadores, etc., e um outro cara que trabalhava no mesmo prédio, em outro andar, e inclusive em outra empresa, que era cúmplice nas fraudes envolvendo cartão de crédito.

    Ou seja, em 6 (SEIS) vezes durante minha vida profissional tive contato com falcatruas, desonestidade, e fraude.
    E VOCÊS QUEREM QUE EU SEJA UMA PESSOA OTIMISTA?
    UMA PESSOA NÃO AZEDA?
    E QUEREM QUE EU NÃO DIGA QUE ‘BRASILEIRO NÃO PRESTA’?

    Tem seis empresas no meu currículo, nas quais fiquei pouco tempo, e das quais não posso falar a verdade para recrutadores, pois eles entenderão que não sou ético por falar mal das empresa em que trabalhei (ouvi isto, ipsis literis, de um determinado recrutador).
    Então, ao tocar nestas empresas, tenho de usar de subterfúgios, não falar a verdade, não falar mal, etc.
    E os recrutadores em geral acham que o problema é comigo!
    Que fiquei pouco tempo nas empresas por haver um problema comigo!
    Fala sério!
    Eu afirmo e reafirmo: brasileiro não presta.
    O pior do Brasil é o brasileiro.
    Antes de apontar o dedo e condenar políticos, olhem à sua volta, ou mesmo no espelho….
    Não são os políticos os culpados.
    Eles são apenas reflexo do que somos.
    Pensem nisso.

  17. Adalton Flores
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 21:22 hs

    Cadê o Silvestre? Não veio puxar o saco do véio Requião?

  18. Luiz Eduardo
    sábado, 10 de junho de 2017 – 4:09 hs

    Possivelmente o Loures Rocha que o Requião quer defender já não existe faz tempo. Foi mordido pelo Temer Drácula e o seu advogado não quer que ele faça delação porque esta não serrá levada a sério, em face da rídicula cena da corrida com a mala na calada da noite em S Paulo. Requião, não se faça de trouxa, porque velho vc está, mas trouxa vc não é,

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