Reforma política | Fábio Campana

Reforma política

Quem espera a reforma política como a salvação da lavoura para as perversões da vida pública brasileira, pode ter decepções pela frente.
Primeiro porque não há muita movimentação sobre isso. A prioridade agora é outra, gira em torno dos escândalos mais recentes e das reformas da Previdência e trabalhista. E também porque largada no canto das coisas menos urgentes e sem holofotes, ela pode chegar ao Congresso com a essência resumida a um ponto principal: criação de um fundo partidário de campanha de pelo menos R$ 3 bilhões – e tem gente que quer o dobro disso.


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