Professores da UEL terão que revelar salários | Fábio Campana

Professores da UEL terão que revelar salários

Sem choro, nem vela. O Tribunal de Contas confirmou determinação para que todas as universidades estaduais do Paraná adotem o sistema informatizado de processamento da folha de pagamento já utilizado pelos demais órgãos da administração estadual desde 2012, mas que encontrava resistência nas universidades. Rejeitou recurso de professores da UEL (Londrina) que alegavam quebra de autonomia da instituição.

O relator do processo, conselheiro Ivan Bonilha, não aceitou os argumentos da UEL, de que a medida seria inviável tecnicamente e afrontaria a autonomia administrativa da universidade. O relator destacou que a Celepar atestou a viabilidade técnica de implantação do sistema nas universidades, mediante adequações. “Ademais, a autonomia das instituições de ensino superior não justifica a imposição de óbices à atividade de controle”, destacou o relator no voto, aprovado em plenário.


5 comentários

  1. HORA DA VERDADE
    terça-feira, 20 de junho de 2017 – 17:40 hs

    TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI. PORQUE SOMENTE OS DEUSES DO OLIMPO UNIVERSITÁRIO NÃO QUEREM QUE A GALERA SAIBA QUANTO ELES GANHAM?
    COM ESTA MÉDIA DE OITO ALUNOS POR MESTRE, NAS NOSSAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS, ANTE OS 17 ALUNOS POR MESTRE DAS UNIVERSIDADES PARTICULARES, MAIS QUE NUNCA TEMOS O DIREITO DE SABER O QUE ESTES P R I V I L E G I A D O S MESTRES GANHAM.

  2. Marco Nascimento
    terça-feira, 20 de junho de 2017 – 17:54 hs

    Muito bem

  3. jaferrer
    terça-feira, 20 de junho de 2017 – 18:06 hs

    O título da matéria é, novamente, mentiroso. Todos os salários dos professores são públicos e constam no portal da transparência. É lamentável que se continue com esta campanha de difamação de instituições que contribuem, e muito, para o crescimento intelectual e econômico do Paraná.

  4. Jotinha
    quarta-feira, 21 de junho de 2017 – 11:06 hs

    Bem, temos autonomia pedagógica, onde as instituições de cursos superiores possuem competência na elaboração de objetos e objetivos com referência aos seus cursos oferecidos bem como à pesquisa e extensão; no caso de Institutos e Faculdades Isoladas por exemplo, necessitam da tutela de alguma Universidade nesse caso. Existe a autonomia administrativa, relativa, no que toca a gestão também de pessoal; mas o Estado pode participar dessas autonomias, sempre que solicitado e que achar necessário; por isso é o Estado. E existe a autonomia financeira, que neste caso a participação das instituições é mínima, pois a manutenção é do próprio Estado; as faculdades e universidades públicas fazem parte da administração indireta, ou seja, não possui pessoa jurídica própria, os entes centrais são a União, os Estados federados e os Municípios, todos os demais órgãos dependem de gestão final dos entes centrais, também chamados de diretos. Portanto, quem é responsável pela a arrecadação, o controle e os pagamentos públicos é o Estado; se as universidades querem autonomia total, somente com a privatização, aí cada uma que arrecade, coordene e gaste do jeito que achar melhor, inclusive os salários; o agente público quando ingressa numa função já sabe que é para prestar serviços públicos e não para ficar rico, por isso tem de obedecer o teto final incluindo salários, vantagens e tudo; quem quer ganhar mais e não respeitar o teto vai para a vida privada, aí não tem quantia de ganho e pode ficar rico, claro, sem roubar.

  5. Jotinha
    quarta-feira, 21 de junho de 2017 – 11:08 hs

    HORA DA VERDADE: isso mesmo, a situação privada vem produzindo muito mais na prática, que essas mantidas com dinheiro público.

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