'Nunca imaginei que passaria por isso', diz professora ferida | Fábio Campana

‘Nunca imaginei que passaria por isso’, diz professora ferida

da Banda B

“Eu me sinto inteiramente desanimada, ferida. Nunca imaginei que passaria por isso”. Esse é o desabafo da professora Esilda Aparecida de Oliveira, que ficou ferida durante o confronto entre manifestantes e a Polícia Militar (PM) na manhã desta segunda-feira (26) na Ópera de Arame, em Curitiba. A confusão aconteceu durante um protesto dos servidores municipais contra o pacote de ajuste fiscal que estava em votação pelos vereadores do município.

Esilda precisou ir ao hospital depois que um policial bateu no braço dela com um cassetete. Apesar do susto e da dor, a professora comemorou por não ter tido uma fratura. “O membro está bem inchado, o nervo ficou machucado, mas graças a Deus não quebrou”, completou a professora à Banda B.

Assim como outros manifestantes, ela classificou como exagerada a reação da PM durante a confusão. “Quando o prefeito diz que só tinha baderneiro lá, não é verdade. Havia professores de longa data, eu mesma trabalho com a educação há quase 25 anos. E acontece isso comigo, bem eu que ensino alunos a serem bons cidadãos e a se respeitarem. Jamais achei que passaria por uma coisa dessas”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (Sesp) lamentou o confronto e informou que 24 pessoas ficaram feridas. O órgão disse, ainda, que os servidores teriam se recusado a fazer a concentração na Pedreira Paulo Leminski, local determinado previamente nas reuniões.“Ao invés disso, se aglomeraram na rua e parte deles rompeu a barreira imposta pela PM. As imagens mostram que os manifestantes partiram para cima dos policiais, jogando grades de proteção, pedras e até um extintor de incêndio”, afirmou a Secretaria.


22 comentários

  1. Denner Rogers
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 8:28 hs

    Engraçado, pelas imagens foi nítido que quem avançou sobre a PM foram estes baderneiros, agora se paga de vítima.
    Não se concentraram no local determinado previamente em reuniões, que era a Pedreira Paulo Leminski. Ao invés, se aglomeraram na rua e parte deles rompeu a barreira da PM e partiram para cima dos policiais, jogando grades de proteção, pedras e até um extintor de incêndio.
    O caso mais grave é de um soldado do 23º Batalhão da PM que foi atingido por um paralelepípedo e teve o maxilar fraturado. Desse ninguém fala.

  2. Palpiteiro
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 8:43 hs

    Protesto? Ou arruaça?

  3. Jorge Hardt Filho
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 8:57 hs

    Foram os próprios funcionários públicos que provocaram as agressões. Colheram o que plantaram, Os agressores deveriam ser identificados e processados.

  4. FERNANDO
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 9:03 hs

    Caro Fabio, sugiro essa professora e seu colegas (velhos, gordos,feios), peçam demissão e vão para a iniciativa privada. Esses funcionários da Prefeitura não perceberam ainda, que o cidadão Curitibano não aguenta mais pagar impostos. Menciono que sou um empreendedor tinha mais de 320 funcionários na minha empresa de construção, demiti todos e estou investindo todo o meu dinheiro no Estado de Santa Catarina, lá se você entra em uma Prefeitura para pedir um alvará para abrir um negócio ou iniciar uma construção, você é recebido com um tapete vermelho. Aqui em Curitiba, se você for na Secretária de Urbanismo para pedir um alvará( além de pagar por este ), você é tratado como um bandido. Sugestão minha para o Prefeito Greca, coloque um redutor salarial em todos os funcionários da ativa e aposentados, onde ninguém deverá receber mais de R$5.000,00 mensais, feche a Secretária da Educação e Urbanismo. Fabio, o povo de Curitiba, está de saco cheio de greve e manifestação de funcionários públicos.

  5. Priscilla
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 9:28 hs

    Enche o saco a postura de vitima que esse pessoal adota. Quebraram a cara de um policial que estava trabalhando, promoveram arruaça, provocaram reação.
    Acho que tá na hora de parar de tratar a PM assim. Sério.

  6. Paulo Tadeu Macedo Neves
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 9:55 hs

    Lugar de professor é na sala de aula e não fazendo baderna na rua.
    Depois quando os alunos se rebelam contra os professores os quais geralmente não dão aula, esses mesmos professores dizem que não sabem de onde os alunos tiram os exemplos das famosas arruaças .
    O exemplo vem de cima

  7. Marcelo Do Carmos
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 10:04 hs

    Se a professora estivesse em sala de aula trabalhando em vez de estar fazenda arruaça e enfrentando a policia nada disso aconteceria. A minha opnião é a mesma vai para a iniciativa privada, e o primeiro dia que faltar sem motivo é mandada embora sem dó. Em frente ao botânico so tinha pessoas a fim de arranjar confusão e aparecer. Um bando de massa de manobra de sindicatos ligados a partidos de esquerda. Acredito que apanharam pouco da PM

  8. Alberto
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 10:31 hs

    Se essa quadrada estivesse na escola dando aula não estaria ferida…

  9. Marcão
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 10:33 hs

    FERNANDO….. estou contigo e não abro. Servidor público insatisfeito??? Pede a conta e vai procurar outro emprego.

  10. terça-feira, 27 de junho de 2017 – 10:38 hs

    e eles pensavam que o pais das maravilhas (do PT) ia durar pra sempre ?

  11. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 11:30 hs

    Saiu na chuva, professora.

  12. Paulão dedão sem unha
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 11:38 hs

    Consultei no portal de transparência da Prefeitura e essa senhora recebe dois padrões….somando o líquido que caiu na conta no último pagamento dá algo aproximado em torno de R$ 7.000,00….se ela tá desanimada desse jeito, imagina eu que também sou funcionário público e não recebo nem R$ 2.000,00 líquido….tenha dó….tá se queixando de barriga cheia!

  13. Luiz Artur Gapski Pereira
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 11:46 hs

    Se esta estivesse em casa cuidando dos filhos e do marido provavelmente não teria se machucado, quem começou a baderna foi alguns caras cobertas da para ver bem quando começam jogando as grades nos policiais aí cacete neles sem duvidas.

  14. Macambúzio
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 11:48 hs

    Como não imaginou, fessora? Se vais no meio da turba irada, a tendência é levar umas bordoadas!! Se estivesse assistindo tudo pela TV, estaria segura!! Quem está no fogo pode se queimar! Ou não!

  15. SFU
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 13:06 hs

    É professora? Estava afastada legalmente das aulas? Estava em período de folga do trabalho? Ou estava matando o tempo pago pelos contribuintes? Em qualquer caso, a ida à manifestação envolve riscos físicos e isso é tão evidente quanto respirar, especialmente quando há iniciativa de confronto por parte dos manifestantes contra a Polícia. Voltando à questão, é professora, então evita a manifestação com presença física e exerce o poder da escrita na rede telemática. Ou não é competente para expor as ideias num texto, ou, ainda, não sabe escrever de forma gramaticalmente correta? Então, pega o boné e vá descansar! Professora é que não pode ser.

  16. ROQUE LÁZARO OLIVIÉRI
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 13:08 hs

    O que essa professora estava fazendo lá ? A sua obrigação primordial era estar em sala de aula cumprindo sua obrigação para com os alunos, estes sim os mais prejudicados com essa atitude da professora

  17. Zé da Bota
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 13:13 hs

    Parabéns Fernando……. ótimo comentário…..

  18. Augusto voroski
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 13:46 hs

    Fora ptzada

  19. luiz
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 15:15 hs

    Na próxima vc querida fique na sala de aula, que é onde vc leva os sustento dos seus filho e seu. E não apareça para baderna. As filmagem mostra direitinho o quanto vcs funcionários são inocentes. Corja de baderneiro.

  20. Maquiavel
    terça-feira, 27 de junho de 2017 – 15:33 hs

    Se limitar o salario geral da prefeitura, em 5.000,00 como sugerido acima, vai ter muita gente que vai ter um grande aumento…

  21. terça-feira, 27 de junho de 2017 – 16:50 hs

    Esses comentários são bem típicos de um empresário frustrado e um bando de incompetentes que com certeza nunca conseguiram passar em um concurso público para se dar de moralistas de bosta acomodados nas suas linhas de montagem ou qualquer coisa do gênero, típicos de mesmice e comodidade dos falos juízes de plantão, fuiiiiiii

  22. terça-feira, 27 de junho de 2017 – 16:50 hs

    Tomara que os professores estaduais leiam os comentários acima.
    A população não apoia mais esse tipo de manifestação
    Se fosse pela cabeça deles, hoje estaríamos igual os estados do rio janeiro/sul. Nem décimo terceiro pagaram.
    Arruaceiros, baderneiros e chorões.

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