Greve em Curitiba | Fábio Campana

Greve em Curitiba

Foto: Divulgação Sismmac

Greca voltará de seu descanso em Buenos Aires com novos abacaxis para descascar por aqui. Os funcionários ligados ao Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba votaram por greve geral a partir da próxima segunda-feira. Tem dia para começar, mas não tem hora para acabar.
O protesto é sobre o pacotaço de Greca “Infelizmente, a Câmara tem um conjunto de vereadores que conseguem cargos comissionados e votam de forma favorável ao prefeito de Curitiba. Isso nos levou a essa medida drástica, que é uma paralisação a partir de segunda-feira”, Irene Rodrigues, presidente do Sismuc.
Outros sindicatos também prometeram aderir à greve.

Além da paralisação dos funcionários que fazem parte do sindicato, foram estabelecidos grupos para que visitem as regionais da cidade e mobilizem outros servidores. Os professores municipais já avisaram que por decisão unânime também vão parar, assim como os servidores ligados ao Sismmac.

Apesar de Greca ter se queixado num passado bem recente “Não adianta receber os servidores porque eles não me ouvem”, quando a prefeitura tomou conhecimento sobre o assunto, soltou uma not, dizendo que sempre esteve aberta ao diálogo. O prefeito precisa compreender que ouvir não é acatar e que falar não é o mesmo que dialogar.

A nota de prefeitura, que nesses dias está sob o comando de Eduardo Pimentel:

A Prefeitura não foi comunicada oficialmente da decisão dos sindicatos. No entanto, ressalta que tem mantido aberto um canal de negociação com os servidores. Desde o final de março, quando começaram os encontros com a Comissão de Negociação com os sindicatos que representam as categorias profissionais do serviço público municipal, representantes da administração estão promovendo uma reunião a cada 2,7 dias úteis com os sindicalistas.


9 comentários

  1. JÁ ERA...
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 5:13 hs

    De um instrumento legal que é a greve, o país caminha rapidamen-
    te para uma baderna institucionalizada pelo governo do PT. Não exis-
    te país que suporta tanta greve e tantas distorsões das leis como es-
    tamos sofrendo. Já existe uma grande maioria querendo mudar para
    o inferno…

  2. Azedo
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 8:39 hs

    Funcionário público que faz greve devia ir pra rua, do mesmo jeito que empregado de empresa privada. Com o pé na bunda!

  3. COMANDO
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 8:54 hs

    Passeando, belo exemplo de um prefeito.

  4. A CULPA É DO FHC
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 12:04 hs

    PELO FIM DA ESTABILIDADE DO EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO!

    ESSE TEMA DEVE SER INCLUÍDO NA PAUTA DO BRASIL URGENTEMENTE.

    NÃO DÁ MAIS PARA SUPORTAR A CHANTAGEM, A FALTA DE COMPROMISSO, O EXCESSIVO NÚMERO DE OCUPANTES EM CARGO EM COMISSÃO. MUDA BRASIL.

    CHEGA DE SINDICATO PICARETA, QUE SÓ FAZ GREVE PARA BENEFICIO PRÓPRIO (DA CUT É CLARO). QUANTAS GREVES FORAM FEITAS DURANTE O GOVERNO DO PT NA PREFEITURA DE CURITIBA??

    QUEM PAGA É O POVO. CHEGA DE ESTABILIDADE NO SERVIÇO PÚBLICO, PRODUTIVIDADE JÁ!!

    CHEGA DE BADERNA, POR MAIS EFICIÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO. SÓ ASSIM É QUE VAMOS VER ESSE POVO TRABALHAR REALMENTE, VER O QUANTO É DIFÍCIL PAGAR TANTOS IMPOSTOS E NÃO RECEBER NADA EM TROCA (SAÚDE, SEGURANÇA E EDUCAÇÃO DE VERDADE),

  5. Maquiavel
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 12:35 hs

    Eu avisei que o gordo ia queimar o filme do Dudu…agora é tarde

  6. ze orelha
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 12:54 hs

    Esse Azevedo deve ser um imbecil.

    Vá estudar história, direito, etc.

    Aqui não se respeita a Constituição, e quando se exige o cumprimento é taxado como vagabundo.

    Empresário vende o produto/serviço pelo preço que acha que vale, mas o empregado seja público ou privado não pode exigir pelo seu trabalho o preço que acha justo.

    Cobre um imposto, taxa, etc que o Azevedo acha que não deve pagar, vai reclamar do mesmo jeito contra o Estado, mas ai é cidadão, tem direitos.

  7. Daniel Fernandes
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 13:10 hs

    Faço minhas as palavras do ze orelha:
    “Aqui não se respeita a Constituição, e quando se exige o cumprimento é tachado como vagabundo.

    Empresário vende o produto/serviço pelo preço que acha que vale, mas o empregado seja público ou privado não pode exigir pelo seu trabalho o preço que acha justo.

    Cobre um imposto, taxa, etc que o Azevedo acha que não deve pagar, vai reclamar do mesmo jeito contra o Estado, mas ai é cidadão, tem direitos.”

  8. Maquiavel
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:10 hs

    Qual será o assunto que o GG foi tratar com o gordo lá em buenos aires?

    Será que é sobre o Coritiba S/A, Banestado, pacotaço, ou alguma nova idéia?

  9. Marco Nascimento
    sexta-feira, 9 de junho de 2017 – 14:14 hs

    Que Greve o que ! Vão trabalhar ! Que as contas não vão parar de vir

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*