A arte da paciência | Fábio Campana

A arte da paciência

Eduardo Cunha passa seus dias de prisão com frieza possível a poucos. O fato de ele ainda não ter embarcado nas possíveis benesses de uma delação premiada não se dá porque não tem o que dizer ou porque é fiel aos arqui-amigos do passado.

Cunha, que tem várias divergências com Rodrigo Janot o que lhe causaria impedimento num bom acordo, aguarda com sangue-frio (e talvez sangue nos olhos) a troca do procurador-geral da República.

Janot ficará até setembro, o próximo nome a ocupar o cargo será indicado por Michel Temer e aí sim, virá a delação tão esperada do ex-deputado. E dá para pensar que ela será mais ou menos generosa com o presidente dependendo de quem estiver em sua frente para o acordo.


Um comentário

  1. Aristides tabo
    segunda-feira, 12 de junho de 2017 – 9:42 hs

    Quando setembro vier nomeia-se um ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA.E todos os corruptos e corrompidos irão festejar em Paris com vinhos e guardanapos nas cabeças.

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