Reforma política | Fábio Campana

Reforma política

Relatório parcial que trata da reforma política propõe criação de um tal de FFD (Fundo de Financiamento da Democracia: grana que será distribuída e fiscalizada pela Justiça Eleitoral e financiará todos os candidatos em campanha. E o Fundo Partidário? Será mantido, claro.

Todo mundo está correndo para aprovar esta e outras medidas que dizem respeito à reforma política o quanto antes. Porque se tudo der certo, em 2018 o orçamento do FFD será de R$ 2,185 bilhões.

Outras mudanças que a reforma propõe:

– Candidato poderá usar recursos próprios na campanha, com limite de três salários mínimos.

– Propaganda eleitoral paga na internet, a partir do dia 1º de agosto do ano da eleição – com limite de 5% do teto de gastos.

– Propaganda eleitoral por telemarketing, com intervenção humana.

– Candidatura simultânea para a lista preordenada e para cargo majoritário. Um candidato a senador ou presidente da República (cargos majoritários), por exemplo, poderá figurar na lista fechada elaborada pelo partido para os cargos de deputado ou vereador.

– Vedada a divulgação de pesquisas eleitorais por qualquer meio de comunicação a partir do domingo anterior à data das eleições.

– A cada três candidatos, um tem que ser mulher.

– A partir de 2026, o sistema será misto: metade dos eleitos virá da lista fechada; e a outra metade, do sistema distrital, que é majoritário (vence o candidato que levar o maior número de votos no distrito).


Um comentário

  1. CARRASCO
    quarta-feira, 17 de maio de 2017 – 6:47 hs

    Reforma política, que reforma !? Algum político vai puxar o gatilho
    contra ele mesmo !? Vai continuar tudo igual e distribuindo o nosso
    dinheiro pelo famoso fundo partidário enquanto morre gente todo mi-
    nuto nas filas dos hospitais. Este é o verdadeiro país da demagogia
    política. Sem condições de recuperação.

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