PM-PR gastou R$ 110 mil para segurança de Lula | Fábio Campana

PM-PR gastou R$ 110 mil para segurança de Lula

A Polícia Militar do Paraná desembolsou R$ 110 mil para montar o esquema especial de segurança para o ex-presidente Lula (PT) depor ao juiz Sérgio Moro no dia 10 de maio. A informação referente aos gastos consta em um e-mail encaminhado pela Secretária de Segurança Pública à Assembleia Legislativa. Com informações do Bem Paraná.

Na ocasião, foi mobilizado um efetivo de 1.700 policiais para atuar na operação entre os dias 6 e 10 de maio. O número é quase duas vezes maior do que o destinado para o acompanhamento dos clássicos entre Atlético-PR e Coritiba, quando cerca de 600 homens vão para as ruas para evitar confronto entre as torcidas rivais.

A Polícia Militar apresenta ainda que R$ 40 mil do valor total foi gasto com patrulhamento aéreo para controlar as áreas de apoio às equipes terrestres do comando. Em toda a operação, foram registradas 16 horas de voo com o custo de R$ 2.500 por hora.

O documento aponta ainda que houve uma cooperação da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Exército Brasileiro ao longo da “Operação de Apoio à Justiça Federal”.

A Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) não divulgaram os gastos com a operação com o depoimento de Lula.


2 comentários

  1. Tisa Kastrup
    quinta-feira, 18 de maio de 2017 – 9:31 hs

    Mandem a conta pro molusco. Dinheiro (nosso) ele tem pra pagar. Ou mandem para os “movimentos sindicais e sociais” que infestaram Curitiba com sua inútil presença. Eles também têm dinheiro (extraído da ‘contribuição’ sindical obrigatória e contraditória).

  2. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 18 de maio de 2017 – 10:24 hs

    Tisa tem razão. A ameaça da invasão de Curitiba por 100 mil manifestantes – que ao final se reduziu a 10 mil e a vinda para a República de Curitiba por 700 ônibus que também minguaram para menos da metade, forçaram a SESP, numa sábia medida de prevenção, pois onde se junta CUT, UNE, MST e assemelhados, black-bocós no meio, o vandalismo é inevitável.

    Como no caso do confronto entre os professores manuseados pela APP-PT-Sindicato e a PM no Centro Cívico. A SESP também se obrigou a montar um esquema de segurança justamente em virtude do anúncio da entidade que propagava a presença de 100 mil manifestantes aqui.

    Para um novo evento, meia dúzia de peemes tá de bom tamanho.

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