Os donos do Congresso | Fábio Campana

Os donos do Congresso

Lobista da J&F, Ricardo Saud, o executivo que ganhou fama nacional por entregar a mala a Rocha Loures e dedurar muita gente em seu acordo de delação, dizia que seu poder era maior do que do PMDB, PSDB e PT.
A J&F operava de maneira diferente da Odebrecht e outras empresas que dividiam entre vários funcionários a responsabilidade de autorizar pagamentos ilegais. Na holding dos irmãos Batista, tudo ficava concentrado em Saud, o que lhe dava poder e fama.
Nenhum partido escapava de pedir (e receber) “ajuda” dos irmãos Batista, via Ricardo Saud. E as “ajudas” eram compensadas na hora de votar leis, facilitar acordos, promover licitações, eleger presidentes de bancadas e por aí vai.


Um comentário

  1. HORA DA VERDADE
    segunda-feira, 29 de maio de 2017 – 12:04 hs

    Este escroque era aspone do Severino Cavalcanti, na Câmara dos Deputados, por isso se juntou aos Batistas e tinha pratica de instalar o “mensalinho”, aquela mesada de dez mil reais, para manter o contrato de aluguel do restaurante da Câmara. Gente desta laia que foram buscar um procurador da intimidade do Janot para montar o grande golpe da “delação “. O tal procurador pediu demissão da procuradoria (remember Delazari aspone do Requiao aqui no Pr) apenas 3(três) dias antes de gravarem o Temer. O próprio Delator Joeslley, confessou que ficou 15 dias treinando como devia fazer a gravação. A grana do BNDES, na mão desta laia para manter contas de 150 milhões no exterior para a dupla Lula/Dima.

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