Manifestação foi violenta | Fábio Campana

Manifestação foi violenta

Cerca de 25 mil pessoas participam da marcha contra as reformas Trabalhista e da Previdência e o presidente Michel Temer (PMDB/SP) na tarde desta quarta-feira (24/5). Grupo de manifestantes tentou furar o bloqueio montado pela Polícia Militar, na altura do Palácio da Justiça. Alguns jogaram até bombas caseiras nos policiais, que revidaram com gás de pimenta. O clima foi de muita tensão.

As 12 faixas do Eixo Monumental estão interditadas. O trânsito nas proximidades está caótico. A Polícia Militar fez um cordão de isolamento na altura da Catedral de Brasília para revistar as mochilas dos manifestantes. Sindicalistas orientam aos participantes a retirarem os mastros das bandeiras. “Estamos de olho”, disseram, do alto do carro de som.

Os manifestantes também não têm acesso à Praça dos Poderes. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Paz Social, eles terão de ficar no quadrilátero da região da Esplanada dos Ministérios, desde a Catedral à Alameda das Bandeiras, que fica em frente à entrada principal do Congresso Nacional.

Com isso, não podem se aproximar do Palácio do Planalto, do prédio do Supremo Tribunal Federal nem do Congresso. “A área é uma delimitação prevista no Protocolo Tático Integrado (PrTI), assinado, mês passado, por 48 órgãos do Distrito Federal, Congresso Nacional e Governo, não será permitida a presença de manifestantes na Praça dos Três Poderes. O protocolo estabelece esse espaço para os protestos de grande concentração público em Brasília”, explicou uma nota divulgada pela secretaria.


Um comentário

  1. Daniel Fernandes
    quarta-feira, 24 de maio de 2017 – 18:51 hs

    Só acho engraçada uma coisa.
    A questão do vocabulário.
    Sempre que manifestantes estão protestando e fazendo confusão por coisas que a Globo está contra, eles são chamados de baderneiros.
    Neste caso, em que a Globo apóia e até mesmo ajuda a inflamar os ânimos, eles são chamados de manifestantes.
    Duplipensar?

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