José Maria Marin: prisão domiciliar nos EUA e aposentadoria do Brasil | Fábio Campana

José Maria Marin: prisão domiciliar nos EUA e aposentadoria do Brasil

José Maria Marin cumpre prisão domiciliar em Nova York desde 2015. A acusação, feita pelo FBI, é de receber subornos e propinas em contratos de comercialização e direitos de marketing de torneios organizados pela Conmebol e a CBF. O julgamento está marcado para novembro. Nessas condições, ele pode sair todos os dias, desde que não se afaste mais de 3 quilômetros de sua casa e esteja acompanhado por um segurança. Também tem que usar tornozeleira eletrônica e pagar pela manutenção de câmeras instaladas na porta de seu apartamento e em todas as saídas do prédio, exigências da justiça.

Com os bens bloqueados, o que Marin faz para viver?

Ele recebe pensão mensal vitalícia do governo de São Paulo há mais de 30 anos: R$ 20.257,80.

De acordo com a Secretaria da Fazenda, Marin contribuiu com o governo do Estado por 16 anos, de 1971 a 1987, e recebe a pensão desde 16 de março de 1987. O valor é reajustado na mesma proporção dos deputados estaduais em atividade.


5 comentários

  1. sábado, 27 de maio de 2017 – 9:38 hs

    Fabio CXampana, o que é feito do Bibinho da Assembleia?

  2. sábado, 27 de maio de 2017 – 10:10 hs

    Fabio Campana, será que voce sabe o qu e feito do Bibinho da Assembleia.

  3. Do Interior...
    sábado, 27 de maio de 2017 – 10:50 hs

    Esse é o Brasil da impunidade e das incoerências.

    Tudo isso é culpa do judiciário que se tornou político e não defende mais a constituição. Os ministros julgam segundo a sua vontade e não da constituição ou do que a população que é o “espírito da lei” .
    Estamos perdidos com estes poderes.
    Agora o Gilmar Mendes deixou uma “deixa ” para que os advogados impetrem ações para rever a prisão em segunda instância.

    Ora, é só o judiciário ser rápido que não precisaria essa rega para se ter efetividade. Isso é incompetência do judiciário.

    Os recursos infindáveis ajudam também mas se o judiciário “cortasse” os recursos protelatórios e testemunhas do fim do mundo, não teríamos casos como de Paulo Maluf.

    A justiça tardia não é justiça. Parece que os nobres juízes se esqueceram desta frase ditas noa primeiros anos da faculdade.

  4. Sergio Silvestre
    sábado, 27 de maio de 2017 – 10:57 hs

    Que vc acha Nereu,o Parana é o penico da justiça talvez do mundo,aqui os amigos se dão bem são impunes,até a lava-jato tinha sua panelinha aqui na provinça.

  5. CARRASCO
    domingo, 28 de maio de 2017 – 6:32 hs

    E o cara contribui 16 anos e se aposenta !? O reajuste é pela
    lei dos Deputados Estaduais em atividade !? É gozação !?

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