Defensoria Pública quer derrubar veto a acampamento do MST | Fábio Campana

Defensoria Pública quer derrubar veto a acampamento do MST

A Defensoria Pública do Paraná impetrou habeas corpus coletivo preventivo, com pedido de liminar, no Tribunal de Justiça contra a decisão da juíza Diele Zydek, da 5ª Vara da Fazenda Pública, que proibiu a montagem de estruturas e acampamentos nas ruas e praças da capital entre a noite desta segunda-feira (8) e a noite de quarta-feira (10), data do depoimento do ex-presidente Lula à Justiça Federal em Curitiba. Só o MST preparava um acampamento para 20 mil pessoas que viriam para apoiar Lula.

De acordo com a defensora pública Camille Vieira da Costa, coordenadora do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos, a decisão de primeira instância fere o direito à livre circulação e de manifestação. “A nossa perspectiva é a de garantir o direito de ir e vir de todas as pessoas, independentemente do posicionamento político”, observa Camille.


14 comentários

  1. JUSTICEIRO
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 18:48 hs

    A nobre Coordenadora alega em seu pedido de habeas corpus que a proibição de montagem de acampamentos nas ruas e praças da Capital pelo MST fere o direito à livre circulação e manifestação. Mas, e quanto aos não manifestantes, os pretendidos acampamentos não impedem a liberdade de ir e vir dos mesmos?

  2. Do Interior...
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 18:48 hs

    Essa Camile de ser mais uma vermelha. Primeiro, que o exército do Stédile não são humanos. Segundo, que estão praticando crime de terrorismo pois estão contra o estado de direito. Terceiro porque estão defendendo uma organização criminosa.
    Vao atrás de terra para trabalhar.

  3. Juca
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 19:27 hs

    É para isso que serve a defensoria pública (com letras minúsculas mesmo)?

  4. CURITIBANO ROXO
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 19:33 hs

    Não queremos guerrilheiros, vandá-los, baderneiros e comunistas em nosso quintal……..essa sra. camila e sua turma que cedam suas casas e de seus familiares para abrigar a corja ptralha !!!!!!!!!!!!!!

  5. marcio
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 19:42 hs

    Interessante, quando há acampamento do MST na Rua Dr. Faivre, há uma proibição pelos ocupantes do ir e vir da população e a defensoria não fala nada.

  6. ROBERTO
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 21:13 hs

    TANTA COISA PRA DEFENSORIA SE PREOCUPAR, VAI PERDER TEMPO COM ISSO

  7. GIBA HUM
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 21:32 hs

    Ô Dona defensora que deve defender principalmente os mais carentes
    vai agora defender os mais ricos?… PT, MST, CUT ora bolas em que tempos vivemos?

  8. Moisés Fróes
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 21:51 hs

    Quem paga essa bandida Camile sou Eu.
    Quem paga essa corrupta Camile é o povo paranaense e vem defender esses bandidos, ladrões, Ela [é paga para defender os mais necessitados e não esses crápulas, bagunceiros vagabundos. Cadê o chefe Dela?
    Fábio, veja quem é o chefe desta bandida Camile e nos informe.

  9. Rr
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 21:52 hs

    Defensoria pública,lixo comunista.

  10. FCarraro
    segunda-feira, 8 de maio de 2017 – 22:44 hs

    Concordo plenamente com o “JUSTICEIRO”. E a minha liberdade de ir e vir como fica? Outra coisa, esse pessoal tem toda a liberdade de se manifestar e defender suas convicções, mas que acampem em hotéis e pensões e já que querem demonstrar solidariedade com seu bandido de estimação que guardem forças para o momento mais apropriado, como por exemplo acampar quando “ele” estiver em cela no Complexo Médico Penal do Paraná e tragam cobertores porque em Curitiba faz muiiiito frio!

  11. FUI !!!
    terça-feira, 9 de maio de 2017 – 5:56 hs

    O que entidades como o MST e a sua turma tem propagado pelo
    país é sòmente badernas e saques de locais onde existem trabalha-
    dores honestos. O que o PT conseguiu ao longo dos anos produzir
    na nossa sociedade é a adesão destes vagabundos aos movimentos
    que simplesmente enoja a todos nós de bem. Quando começarem
    a construir “acampamentos” em locais públicos como aconteceu re-
    centemente na Rua Dr. Faivre precisam meter trator nos caras. E o
    meu direito de ir e vir onde fica !?

  12. ALFREDO CONCEICAO
    terça-feira, 9 de maio de 2017 – 8:35 hs

    Defensoria pública ja nasceu lixo….mais um cabidão de apaniguados que lógico estão defendendo seus privilégios

  13. Azedo
    terça-feira, 9 de maio de 2017 – 9:07 hs

    Essa Camile argumenta com o clássico “direito de ir e vir” mas se esquece das inúmeras vezes em que esses militantes armados BLOQUEARAM A RUA DOUTOR FAIVRE.

    Essa Camile que pergunte para os desbravadores e os escoteiros se eles podem armar suas simpáticas barraquinhas em qualquer rua, praça ou parque da cidade sem serem expulsos.

    Essa Camile que sugira aos militontos do MST que se hospedem no HOTEL PESTANA DA RUA COMENDADOR ARAÚJO, JUNTO COM O LULA!

    Bando de imbecis!

  14. FALA SÉRIO
    terça-feira, 9 de maio de 2017 – 11:43 hs

    É no mínimo suspeita esta defensora pública.
    Pois, quantas vezes à trabalho fui impedido de ir e vir porque “os movimentos sociais” estavam bloqueando as estradas…
    Os sindicatos bloqueiam saída das garagens de ônibus que serve para a locomoção das pessoas mais pobres…
    Diate disso, nuca soube de uma intervenção desta “defensora” para fazer valer nosso direito de ir e vir.
    Ou seja, esta “defensora” está à serviço de alguém do PT e não em favor do cidadão que trabalha.
    E isto merece um investigação, seja do MP ou do conselho.

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