Professores da UEL têm aposentadorias canceladas | Fábio Campana

Professores da UEL
têm aposentadorias canceladas

Cerca de 80 processos de aposentadoria de professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) estão travados devido decisão do Tribunal de Contas do Paraná. Os docentes que estavam de licença desde 2016, aguardavam a concessão de aposentadoria e tiveram que retornar ao trabalho. Para o Tribunal de Contas, a gratificação por tempo integral de dedicação exclusiva, não pode ser acrescentada a aposentadoria, por ser considerada vantagem de natureza transitória, que deve ser proporcional ao tempo de contribuição. As informações são de Claudio Osti.


3 comentários

  1. eleitor desmemoriado.
    quarta-feira, 26 de abril de 2017 – 18:34 hs

    Coitados destes pobres professores, agora vão ficar sem metade da grana que hoje recebem, aposto que muitos vão ter que devolver os Audis, Mercedes e as BMWs que compraram com estas vantagens indevidas. Ou vão ter que adiar, pelo menos temporariamente o sonho de findarem os seus dias frente ao mar lá em Balneário. A vida é mesmo dura quando a gente tem que devolver o que não era da gente e, pior, sabendo que aquilo não volta mais.

  2. Jotinha
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 0:27 hs

    O Tribunal de Contas está correto, é isso mesmo, deve ser proporcional ao tempo da dedicação.

  3. jaferrer
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 10:31 hs

    Não conheço o processo envolvendo estes professores, mas o TIDE é sim considerado salário. Isto está na lei e no plano de carreira. O tribunal de contas e o governo resolveram atacar os direitos dos trabalhadores das IES, esquecendo-se das infinitas sinecuras existentes tanto no executivo, legislativo e no próprio tribunal. Calculem o montante de vantagens recebidas por este pessoal e vejam a economia que o Estado faria se elas fossem extintas. Sem o TIDE, a maioria dos professores pesquisadores, altamente qualificados, tenderia a sair das nossas instituições reduzindo em muito a qualidade que é referência no país. O Richa está repetindo o Requião ao atacar as universidade que, certamente, não são o problema maior do inchaço dos gastos do Estado. Lamentável.

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