Prefeitura sem plano B | Fábio Campana

Prefeitura sem plano B

Seguem na Câmara as discussões sobre o novo objetivo de Rafael Greca. Apelidado de “pacote de maldades”, o Plano de Recuperação de Curitiba mexe em assuntos pouco simpáticos, como suspensão de planos de carreira, adiamento da data-base dos servidores, aumento de alíquotas de impostos e por aí vai.

Ontem, secretários de Greca se reuniram com vereadores para debater sobre o assunto e numa fala dramática, Vitor Puppi, Secretário de Finanças, disse “Não temos plano B”, apostando na comoção do Legislativo e, com isso, a aprovação do pacotaço.

Num futuro bem próximo a reunião será com os sindicatos. É bom que até lá Puppi formule ideias para chegar a um novo plano.


8 comentários

  1. Ronaldo Rolim
    quarta-feira, 5 de abril de 2017 – 19:34 hs

    Não quero nem saber… quero que o prefeito pague o que deve para o Atlético da sua parte na construção da arena. Posto de Saúde que se dane, procurem o SUS, funcionários que deem sua cota de contribuição para não deixar o Joaquim Américo ir a leilão, funcionário que não estiver satisfeito com salário que peça demissão e vá procurar emprego, querem o que? estabilidade e salário de marajá, aposentadoria especial? vão à luta! Furacão sempre! Greca cumpra com sua obrigação com o Furacão!

  2. Pedro
    quarta-feira, 5 de abril de 2017 – 20:25 hs

    A prefeitura na verdade esta com problemas financeiros, é verdade. Mais o que esta sendo divulgado na mídia é exagero. A dívida não é de 2 bilhões como alardeiam, aliás o Greca quando foi prefeito lá atrás, deixo uma dívida enorme, que o coitado do sucessor teve que utilizar quase um mandato todo pagando dividas deste fanfarrão. Mais voltando ao tema atual, com relação ao IPMC, o que está se vendendo é que o déficit é da ordem de 15 bilhões, mais eles não contam pq é tudo isso, deixaram de fazer os aportes constantes da lei do equacionamento do déficit atuarial, querem meter a mão em R$ 600 milhões já pagos ao ipmc a título de contribuição patronal dos inativos e pensionistas, pois eles acham que não devem bancar isso. E tb não estão pagando a contribuição patronal de inativos e pensionistas. Aí o déficit vai para as alturas, tudo o que os prefeitos anteriores fizeram o Greca está destruindo com essa equipe e nada fazemos, é uma lástima. Este cara é pior que o Nero, já foi um péssimo prefeito e voltou pior, agora senil, piorou…

  3. Denis Fortes
    quarta-feira, 5 de abril de 2017 – 21:57 hs

    Assisti a reunião na Câmara ontem. O nível dos secretários da Prefeitura é muito ruim. Esse Vitor é um misto de arrogância, com burrice, despreparo político. Que tristeza.

  4. Curitibano frustado
    quarta-feira, 5 de abril de 2017 – 22:31 hs

    Foi um show mambembe. Secretário de Finanças se achando o rei da cocada preta, mas sem nenhuma condição de administrar uma prefeitura como a de Curitiba. Pelo jeito vão passar o mandato do Greca todo se lamentado e dizendo que não tem outra saída do que aumentar impostos, cortar despesas e ferrar servidor. É o mesmo que o Richa está fazendo no Paraná. No fim só resta propaganda cara e enganosa. Quanta falta de sensibilidade social e política.

  5. Bad
    quinta-feira, 6 de abril de 2017 – 9:10 hs

    Pede dinheiro para o Richa e tá resolvido, Sr balofo prefeito!

  6. juca
    quinta-feira, 6 de abril de 2017 – 9:54 hs

    Arrogância é um dos predicados desta administração. Tem aquele ditado que diz : A fruta não cai longe do pé. Tem também quem diga que filho de peixe peixinho é…. entre tantos, pois o chefe dessa turma é arrogante.
    Quanto a exposição na Cãmara Municipal , deixou mais dúvidas e desconfiança do que esclarecimento.
    Aos vereadores, em sua maioria com certeza aprovarão do projeto de lei, pois tem interesses em permanecer recebendo obras, serviços e atendimento ao públicos, eleitores para um futuro. Isso é o velho clientelismo de despachantes.
    Também outros fizeram um esforço com projeções e demonstrações em telões para fixar que o IPMC está quebrado, aqui cabe um parêntese, ( nem tanto ), parece que a intenção foi de cria um clima de terror e uma ameaça velada aos servidores e beneficiários da previdência.
    O estranho e que soa mal é a insistência da criação do tal fundo privado, do fundo de pensão. Isso até parece que há algo por trás dessa questão e interesses das empresas que praticam a tal previdência complementar.
    Espero, como a grande maioria dos servidores, que os vereadores cheguem ao fundo da proposta para eliminar esta dúvida, que fica em todos, pois já foram criados diversos fundos, montepios, e coisa e tal e quebram e levaram todos juntos.
    Essa turma que aí está não tem nenhum compromisso com o futuro, uma vez que dando uma “zebra”, já estarão fora da administração e o estrago aconteceu.

  7. joao
    quinta-feira, 6 de abril de 2017 – 10:30 hs

    O plano B é lastimável, clara, incapacidade de enxergar o ELEFANTE BRANCO que é a nossa prefeitura. O mais simples é entrar no ciclo vicioso, o não precisaria de tanta capacidade técnica, ou seja, aumentar impostos, não reajustar salários. Porém, a prefeitura está inundada de cargos comissionados, maioria, como moeda de troca e acordos eleitorais e indicados por vereadores, estes com dever de retribuir.
    A sociedade nós somos os maiores culpados, por não cobrar, fiscalizar e aceitar passivamente a condução da cidade. CADê oab, crea, crc, etc, atuam apenas para cobrarem taxas de seus filiados, quando também deveriam participar do interesse coletivo. Todos estamos indo para o buraco, devido as políticas inconsequentes e irresponsáveis.

  8. Neia
    quinta-feira, 6 de abril de 2017 – 13:50 hs

    O pior não é adiar a data base de março para outubro, é o projeto não colocar nenhum índice. Ou seja, basta dizer que não há dinheiro e serão 4 anos sem reposição. Para isso querem tirar o FUC das receitas correntes líquidas.

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