Fim do imposto sindical | Fábio Campana

Fim do imposto sindical

Mais de cem pontos da Consolidação das Leis Trabalhistas estão na reforma aprovada ontem na Câmara dos Deputados. O projeto de lei resultou bem mais amplo do que o proposto inicialmente pelo governo em dezembro.

Um dos itens da lista é o fim do imposto sindical. Atualmente é obrigatório o pagamento anual do valor equivalente à remuneração de um dia de trabalho. Para o relator, a retirada dessa imposição acabará com os sindicatos “de fachada e pelegos”. Os opositores alegam que a retirada dessa taxa precisa ser gradual para que os sindicatos possam se adaptar e criar outra fonte de recursos.

Em 2016 o imposto sindical obrigatório, cobrado de empresas e trabalhadores, somou quase R$ 4 bilhões, distribuídos entre 11 mil sindicatos de empregados e 5 mil patronais.


11 comentários

  1. ANTONIO
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 12:05 hs

    Caro Fabio, até que em fim os deputados fizeram uma coisa boa. Acabaram com a máfia dos Sindicatos. A título de informação,sou do interior do Estado do Paraná, ligado a agricultura. Faz muitos anos que a máfia dos Sindicatos Rurais, estão executando os produtores rurais, sindicalizados ou não. Fabio, a máfia do sindicato rural, quem não paga o Sindicato, eles na execução tomam tratores, animais, produtos da colheita e muitas vezes até os pequenos sítios. A título de informação, os presidentes dos sindicatos e a CNA, (Confederação Nacional da Agricultura), levam uma vida de rico, pois viajam constantemente e hospedam em hotéis cinco estrela com a dinheiro arrecadado dos pequenos produtores. Sugiro a Polícia Federal que investigue essa máfia. Em suma acabou a moleza.

  2. Doutor Prolegômeno
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 12:26 hs

    Esse imposto é peanuts perto da contribuição compulsória ao sistema S (S de saprófita). A FIESP assinou um manifesto contra o imposto sindical, dizendo que o fazia cortando na própria carne. Conversa fiada. Para as federações patronais o imposto sindical é titica. As federações de indústrias recebem 6% da arrecadação destinada ao SESI e 1% da arredação destinada ao SENAI, como taxa de administração dessas entidades e é isso que compõem a grande receita das FIs. Essa renda, recebida por conta “administração” dessas entidades não é fiscalizada pelos órgãos de controle, como TCU e CGU. Podem ser gastas ao bel prazer das federações e pagar mordomias régias aos seus dirigentes. Todas as confederações e federações patronais recebem alguma taxa de administração das entidades do famigerado sistema S, sob esse pretexto e regime, inclusive o SEBRAE. Todas essas entidades pagam soldadas régias fornecem mordomias nababescas aos seus conselheiros e dirigentes, à custa dos infelizes empresários brasileiros, que pagam como se fossem impostos. Isso tem que acabar também, senão o fim do imposto sindical será um tiro n’água.

  3. PIROKA
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 12:42 hs

    próximo da fila então é o fim do voto obrigatório

  4. Atento
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 14:59 hs

    Foi uma ótima medida, para acabar com este tipo de parasitismo.

  5. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 15:43 hs

    Concordo em pontos, vírgulas, exclamações e interrogações com Prolegômeno. Uma varredura, um pente-fino, uma auditoria profunda e séria no Sistema S, seria o coroamento da mudança.

  6. quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 15:50 hs

    AGORA QUERO SABER SE PODEREMOS REAVER PELO MENOS OS ÚLTIMOS 5 ANOS QUE OS SINDICATOS NOS TIRARAM. SE FOI EXTINTA ESSA COBRANÇA, NÃO HAVIA LEGALIDADE NISSO. CLARO QUE ME REFIRO A AQUELA CONTRIBUIÇÃO DE O REF A UM DIA DE TRABALHO DE CADA TRABALHADOR FOI DESCONTADO. E AGORA JOSÉ…

  7. quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 15:50 hs

    AGORA QUERO SABER SE PODEREMOS REAVER PELO MENOS OS ÚLTIMOS 5 ANOS QUE OS SINDICATOS NOS TIRARAM. SE FOI EXTINTA ESSA COBRANÇA, NÃO HAVIA LEGALIDADE NISSO. CLARO QUE ME REFIRO A AQUELA CONTRIBUIÇÃO DE O REF A UM DIA DE TRABALHO DE CADA TRABALHADOR FOI DESCONTADO. E AGORA JOSÉ…

  8. BETO
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 16:54 hs

    FIM da pelegada. Vejo que o surrado Brasil enfim começa a dar sinais de mudanças. Esses vermes Sindicalistas vivem as custas de quem realmente trabalha e gera emprego. Essa vagabundagem toda fez nascer o maior câncer do Brasil, Lula da Silva e deu no que deu.

    Aleluia.
    pro inferno Sindicatos.

  9. henry
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 17:47 hs

    O VERDADEIRO TRABALHADOR ERA OBRIGADO A DAR PARTE DO SEU SALÁRIO PARA ESTES vermes petistas, QUE SE JULGAM DONOS DE TODOS OS SINDICATOS. COM A PROIBIÇÃO, ACABOU A MOLEZA. E OS dePUTAdos francischini, ducci, leopoldo meyer E cristina yared QUE SE ELEGEU EXPLORANDO A MORTE DO FILHO, VOTARAM CONTRA A EXTINÇÃO DA COBRANÇA DESTE IMPOSTO. NO MÍNIMO ESTÃO LEVANDO “um por fora” PRA DEFENDER ESTES SINDICATOS. EM 2018 TEM ELEIÇÃO PARA DEPUTADO. ELES ESTARÃO PEDINDO NOVAMENTE O TEU VOTO. VOCE VAI REELEGÊ-LOS???

  10. Rr
    quinta-feira, 27 de abril de 2017 – 22:50 hs

    Até que enfim,chega de dar dinheiro pra vagabundo,tipo luladrão,por anos pagamos salários e campanhas pra esse verme imundo.

  11. Dionleno Silva
    sexta-feira, 28 de abril de 2017 – 8:46 hs

    Um roubo a menos contra o trabalhador

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