E agora, Requião? | Fábio Campana

E agora, Requião?


Nem o mais fiel e sectário seguidor de Requião, Dobrandino da Silva, segue a orientação do chefe. Em Foz do Iguaçu, colocou o PMDB a serviço do candidato Phelippe Mansur, da Rede, que na verdade foi instrumento de ampla frente comandada pelo PSDB de Beto Richa. Requião rosnou, bateu o pé, ameaçou expulsar Dobrandino e todo o resto do partido. Agora, faz de conta que não houve nada e manda beijos e abraços pra turma de Foz. Autoridade? Nem pra cantar de galo no próprio terreiro.


3 comentários

  1. JÁ ERA...
    segunda-feira, 3 de abril de 2017 – 15:03 hs

    O que acontece com o requião (agora já é com “r” minúsculo),
    é na verdade o que a ciencia já sabia. O efeito mamona é devasta-
    dor e quanto mais velho é pior !!!

  2. JÁ ERA...
    segunda-feira, 3 de abril de 2017 – 15:05 hs

    O Requião tá mais para caçador de borboletas andando com a rede
    e pernas de pau do que bandido fugindo da polícia…

  3. Sohorro
    segunda-feira, 3 de abril de 2017 – 22:24 hs

    Nem na época em que RREq era governador e secretário de segurança pública e um atentado a vida de Adilson Rabelo, presidente da Camara Municipal de Foz.
    Os envolvidos eram ligados aos poderosos do PMDB que tentaram eliminar um opositor.
    Tiros na cabeça, vereador incapacitado mas vivo.
    Requião sempre acadelou-se.
    E o dinheiro do quadrilheiro dono de desmanches de carro Paulo Mandeli pagava a sede do PMDB de Foz

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