Fim da greve | Fábio Campana

Fim da greve

da Banda B

Após reunião entre as partes envolvidas, motoristas e cobradores de ônibus decidiram encerrar a greve da categoria, que havia completado oito dias nesta quarta-feira (22). Pela manhã, motoristas e cobradores já haviam aceitado a proposta da desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Marlene Suguimatsu. Para resolver problema, restava que empresas e Prefeitura melhorassem R$ 45 no vale-refeição, o que aconteceu na reunião desta quarta.

A Urbanização de Curitiba (Urbs) e a Coordenação da Região Metropolitana (Comec) incluirão na planilha técnica que remunera as empresas contratadas para operar o sistema a diferença de 6% para 15% no vale-alimentação dos trabalhadores. A medida não tem nenhum tipo de impacto no valor da passagem paga pelo passageiro.

A proposta aceita prevê 6% de reajuste salarial, R$ 400 de abono e R$ 575 de cartão alimentação.

“Mesmo entendendo que a negociação salarial seja entre empregadores e empregados, como gestora do sistema de transporte da capital e por uma determinação do prefeito Rafael Greca para finalizar de uma vez a greve que afeta milhares de famílias, aceitamos alterar apenas essa projeção”, disse o presidente da Urbs, José Antonio Andreguetto.

Segundo o Sindicato das Empresas de Ônibus, esse acordo foi encaminhado para o TRT e aguarda a apreciação desse órgão.


4 comentários

  1. eleitor desmemoriado.
    quarta-feira, 22 de março de 2017 – 18:15 hs

    Ficamos todo este tempo por causa de R$45,00, li certo?

  2. Zé Venancio
    quarta-feira, 22 de março de 2017 – 18:32 hs

    É de louvar, ou por outro lado, é de se estranhar, como a prefeitura sob o comando de Greca, já resolveu problemas que Fruet (obviamente guardando a enorme incompetência deste) nunca conseguiu.
    Paga dos cofres da prefeitura, a diferença que faltava para a concretização do acordo entre patrões e empregados do transporte público da capital.
    Como pode????

  3. NA CORDA BAMBA
    quinta-feira, 23 de março de 2017 – 7:31 hs

    Apesar dos direitos, áreas essenciais como Segurança, Saúde,
    Transportes… não podem parar. Na rasteira da onda das greves
    professores, lixeiros e tantos outros acabam trazendo uma leva
    de prejuizos que na verdade só sobra para a população.

  4. Sou sem noção
    quinta-feira, 23 de março de 2017 – 9:55 hs

    sem comentários.

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