De Paris | Fábio Campana

De Paris

Painel, Folha de S. Paulo

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), estava em Paris quando autorizou Adriana Ancelmo, a ex-primeira-dama do Rio, a migrar de Bangu para a prisão domiciliar. Ela arbitrou a favor da mulher de Sergio Cabral no dia seguinte ao pedido de habeas corpus.

Procurada, a assessoria do STJ disse que a ministra está em missão de cooperação internacional e ressaltou que a legislação permite a assinatura digital do processo à distância.


3 comentários

  1. eleitor desmemoriado.
    terça-feira, 28 de março de 2017 – 17:52 hs

    Se é assim tão fácil porque ainda insistimos em ter vices-presidentes, vices-governadores e vices-prefeitos, eles também podem se valer deste expediente, a assinatura digital. Podem ou não podem? Assim estaríamos livres do Temer, não é mesmo? Ou dos Maranhões.

  2. FUI !!!
    quarta-feira, 29 de março de 2017 – 6:11 hs

    Se o STJ através da Ministra assinou a liberação da bandida, pre-
    cisa urgentemente dar continuidade e liberar as coitadas que tambem
    estão presas nas mesmas condições e têm filhos menores em casa.
    Sabe qual a diferença entre as presas !? Uma é rica, cheia de joias
    e acima de tudo mulher do Cabral. Tudo mais é conversa mole…

  3. PIMENTA PURA
    quarta-feira, 29 de março de 2017 – 6:13 hs

    Esta Ministra assinou a soltura da Adriana porque estava em Paris.
    Se estivesse por aqui e dentro de Bangu não sairia viva. Deveria
    escrever abaixo da sentença:- LIBERA GERAL !!!

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