Araupel e MST fecham acordo | Fábio Campana

Araupel e MST
fecham acordo

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O governador Beto Richa recebeu nesta segunda-feira, 20, integrantes do MST e da Araupel que selaram um acordo de convivência pacífica nas cidades de Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu. O termo é resultado de seis meses de negociações intermediadas pelo e foi firmado pelo Ministério Público do Paraná no dia 9 de fevereiro.

Com o acordo, a Araupel poderá fazer a extração das florestas de pinus e eucalipto na Fazenda Pinhal Ralo, em Rio Bonito do Iguaçu, com acesso pelas pontes do Rio das Cobras e do Rio das Despedidas. O MST, por sua vez, pode manter no local o acampamento onde vivem três mil famílias.

Richa destacou que o acordo só foi possível graças a um entendimento entre todas as partes que estavam dispostas a negociar. “Conseguimos um ótimo acordo, que garante a operação da Araupel, preservação de empregos na região e o sossego e paz para o movimento, que pode tratar de forma mais tranquila suas necessidades”, disse o governador. “Quando as coisas caminham de forma harmônica, conseguimos avançar e trazer boas soluções para todos”, afirmou.

Soluções – Richa lembrou que se reuniu em Brasília, no ano passado, com o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, para buscar soluções para os conflitos agrários no Paraná. Ele também ressaltou que o governo sempre aposta no diálogo para resolver as questões que envolvem os cidadãos paranaenses.

“Acima da competência, de medidas importantes e de um bom planejamento de governo, é preciso haver sensibilidade por parte do governante”, disse. “Nós temos sensibilidade de entender a importância das reivindicações dos movimentos sociais e sempre procuramos dialogar para resolver essas questões”, salientou.

(foto: Arnaldo Alves/ANPr)


6 comentários

  1. Karamba
    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 – 16:20 hs

    Mais fácil negociar com o MST do que com a APP…

  2. JÁ ERA...
    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 – 16:22 hs

    Estamos todos perdidos mesmo. O MST invade tudo por onde
    passa, destroi plantações, acaba com as pesquisas em andamento
    e no final de tudo ainda continuam assentados e fecham um acordo…
    que acordo !? Se o governo federal e estadual não endurecer as
    negociações com estes vagabundos os invasores acabam vencendo
    todas e todos !!!

  3. rodrigues
    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 – 17:10 hs

    Pau nesses vagabundos, eles nao cumprem acordo nenhum.

  4. eleitor desmemoriado
    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 – 20:49 hs

    Ká ká ká ká depois que a empresa retirar a madeira que quer ela entrega a terra para esta gente sem terra e que quer continuar sem terra. Viver debaixo de uma lona não é tão ruim assim, é bem melhor do que levantar de madrugada e passar o dia todo sob o sol no manejo de uma enxada. É melhor dizer que se faz parte de um “Movimento Social” e se é sustentado pelo Estado.

  5. PitBull
    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 – 22:55 hs

    Desce o cassete nessa tropa de vagabundos que se intitulam sem terra

  6. agricultor
    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 – 23:19 hs

    Governador relapso.Ao invés de leniência com a bandidagem do MST deveria cumprir o que prometeu em campanha,ou seja,cumprir as ordens judiciais de reintegração de posse engavetadas.Sua palavra vale nada.

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